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O plano de doze meses

O plano de 12 meses, trimestre a trimestre, com uma regra atravessando tudo: cada trimestre termina em algo que existe fora da sua cabeça.

Augusto VillelaLeitura de 5 minAula 38 de 40Livro: Parte VI, cap. 20

Resumo da aula

  • Doze meses. Quatro trimestres. Quatro entregas. Treze coisas que existem no mundo.
  • Cada trimestre termina em algo que outra pessoa pode ver, usar ou confirmar.
  • E o décimo terceiro mês é a revisão que reescreve o plano.

Neste artigo

  1. A regra que atravessa o ano
  2. Trimestre 1: Fundação
  3. Trimestre 2: Ferramentas
  4. Trimestre 3: Mercado
  5. Trimestre 4: Empresa
  6. O décimo terceiro mês
  7. Calibre pelo mês ruim

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar — a aula em vídeo, os quizzes e as missões estão no curso, e o método completo, no livro.

Perguntas frequentes

Como montar um plano de desenvolvimento pessoal para o próximo ano?

Divida o ano em quatro trimestres, cada um dependendo do anterior, na ordem pensar, operar, vender e empreender. No primeiro, a fundação: método de pensamento, escrita, leitura diária e uma rotina pessoal. No segundo, as ferramentas: um assistente de IA documentado, uma automação real e um painel de indicadores. No terceiro, o mercado: diagnósticos com clientes, uma venda conduzida até o fim, portfólio público, rede de contatos e plano financeiro. No quarto, a empresa: modelo econômico, contrato próprio e um projeto entregue com retrospectiva. A regra que atravessa tudo: cada trimestre termina em algo que outra pessoa pode ver, usar ou confirmar.

Por que eu perco a motivação poucos dias depois de começar algo?

Porque inspiração sem cronograma não muda nada: você sai de um vídeo ou palestra querendo mudar tudo e, dias depois, a vida está igual. O entusiasmo acaba, mais ou menos por volta do quadragésimo dia, e quem calibrou o plano por ele abandona tudo. O erro mais comum é tentar fazer tudo em três meses, no embalo. Prefira o ritmo que você sustenta num mês ruim, de prova, doença, briga em casa ou trabalho apertado: se o plano sobrevive a esse mês, sobrevive ao ano. E prenda cada etapa a uma entrega concreta, porque quem executou mostra, e quem só assistiu conta.

Com que frequência devo revisar meus planos e objetivos?

Pelo menos uma vez por ano, com data marcada. Ao fim de um ciclo de 12 meses, reúna em um só lugar tudo o que você entregou, olhe com honestidade, releia o plano, veja o que envelheceu e escreva o plano do ano seguinte. Essa revisão anual, sustentada por uma década, é provavelmente o hábito mais poderoso que se pode criar, porque é o único que não envelhece. As ferramentas vão mudar e os números também; o hábito de parar, conferir e corrigir a rota continua valendo. Ao longo do ano, um ponto de controle semanal ajuda a perceber atrasos antes que fiquem sem conserto.

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  3. 3 O primeiro degrau foi serrado
  4. 4 A evidência dos dois lados
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  7. 7 A anatomia de uma afirmação
  8. 8 As cinco falácias que você encontra toda semana
  9. 9 Ler um número sem ser enganado por ele
  10. 10 Steelman e decisão sob incerteza
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  16. 16 Idioma: participar, não consumir
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  19. 19 O que a IA é — e por que ela erra com confiança
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  22. 22 Automação: gatilho, condição, ação, exceção
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  38. 38 O plano de doze meses
  39. 39 Montando seu portfólio de treze ativos
  40. 40 Encerramento: o que fica
Material do curso Conexões de Sucesso — Formação para o Mundo Real, de Augusto Villela.← Voltar ao Blog
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