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As cinco objeções universais

Preço, prazo, confiança, prioridade e autoridade: a resposta própria de cada objeção, o que fazer com o não e como acompanhar uma proposta sem ser inconveniente.

Augusto VillelaLeitura de 5 minAula 25 de 40Livro: Parte IV, cap. 13 — Vendas e negociação (13.2, 13.5 e 13.6)

Resumo da aula

  • Toda objeção é uma de cinco. Preço se responde reancorando no custo do problema, nunca baixando no primeiro empurrão.
  • Prazo pede data de retomada, ou a pergunta que revela o disfarce.
  • Confiança se ganha com prova e teste pequeno. Prioridade pede voltar à implicação. Autoridade se descobre no começo.

Neste artigo

  1. Preço: "está caro"
  2. Prazo: "agora não é o momento"
  3. Confiança: "não sei se vocês dão conta"
  4. Prioridade: "tenho coisas mais urgentes"
  5. Autoridade: "preciso falar com meu sócio"
  6. O não é a matemática da atividade
  7. Três posturas diante do não
  8. Acompanhar sem ser inconveniente
  9. A missão: o registro de objeções

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar — a aula em vídeo, os quizzes e as missões estão no curso, e o método completo, no livro.

Perguntas frequentes

Como responder quando o cliente diz que está caro?

Não baixe o preço no primeiro empurrão: isso ensina que o seu primeiro número era falso, e o cliente vai pedir desconto de novo. A objeção de preço quase nunca é sobre o valor absoluto, e sim sobre o valor percebido ser menor que o preço pedido. A resposta é reancorar no custo do problema que o próprio cliente dimensionou no diagnóstico. Se a dona do salão já disse que perde oito horas por mês com faltas, o seu preço passa a ser comparado com essas horas, e não com zero. Por isso o diagnóstico é tão importante: quem pulou essa etapa não tem a que reancorar e só pode descontar.

Quais são as objeções mais comuns em uma venda?

Quase toda objeção é variação de cinco. Preço, o está caro, que se responde reancorando no custo do problema. Prazo, o agora não é o momento: se for verdade, combine uma data de retomada e cumpra; se for desculpa, pergunte se faria caso fosse o momento certo. Confiança, o não sei se você dá conta, que se responde com prova, como caso anterior, demonstração ou um teste pequeno de baixo risco, nunca com adjetivo. Prioridade, o tenho coisas mais urgentes, que pede voltar ao diagnóstico e perguntar o que acontece se nada mudar em seis meses. E autoridade, o preciso falar com meu sócio, que se evita perguntando logo no início quem mais decide.

Como lidar com um não em vendas sem desanimar?

Entenda que o não faz parte da conta. Todo vendedor experiente conhece a própria taxa de conversão: se 2 em cada 10 conversas viram venda, ele sabe que precisa de 10 conversas. Assim, cada recusa vira um passo previsível, não um veredito sobre você. Não leve para o pessoal, porque o não quase sempre é sobre momento, orçamento ou prioridade. Pergunte o que pesou na decisão e ouça sem argumentar. E preserve a relação: o não de hoje pode ser o sim de um ano e meio adiante. No acompanhamento, cada contato deve entregar algo útil, e não só cobrar resposta, com uma mensagem final que encerra com dignidade.

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Material do curso Conexões de Sucesso — Formação para o Mundo Real, de Augusto Villela.← Voltar ao Blog
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