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Dirigir a IA criativa e criar imagens

Briefing de cinco linhas, referência no lugar do adjetivo, edição de imagem por conversa no Nano Banana, a hora de parar, Nano Banana ou Imagen e as regras de direito que valem para todo o módulo de criação.

Augusto VillelaLeitura de 7 minAula 17 de 25Livro: Capítulos 22, 23 e 24

Resumo da aula

  • A máquina entrega a média para quem não sabe o que quer.
  • Quem dirige, com briefing, referência e uma mudança de cada vez, recebe a própria peça, e não a peça de qualquer um.
  • Escreva as cinco linhas antes de abrir a ferramenta, troque adjetivo por decisão concreta e pare quando a peça resolver o objetivo.
  • A primeira imagem aprovada vira a referência das seguintes, e é assim que três imagens viram campanha.

Neste artigo

  1. Encomendar não é dirigir
  2. O briefing de cinco linhas
  3. Referência vale mais que adjetivo
  4. As decisões que toda imagem tem
  5. Nano Banana: imagem por conversa
  6. Corrigir por conversa e saber parar
  7. Texto na imagem: escreva por cima
  8. De peça solta a campanha
  9. Nano Banana ou Imagen
  10. Três regras de direito, e uma sem discussão

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar — a aula em vídeo e o material de apoio ficam no curso, e o método completo, no livro.

Perguntas frequentes

Como escrever um briefing antes de gerar imagem com IA?

Escreva cinco linhas antes de abrir qualquer ferramenta. O que é a peça. Para quem, pensando numa pessoa concreta e não no público em geral. Onde vai aparecer, porque isso decide a proporção, e proporção definida depois destrói o enquadramento aprovado. O que a pessoa precisa sentir ou fazer, lembrando que achar bonito não é objetivo; entrar na loja ou perguntar o preço é. E o que não pode aparecer, como marca de terceiro, pessoa identificável ou elemento fora da identidade. Quem pula da ideia direto para o prompt costuma receber uma imagem bonita e inútil, que poderia ser de qualquer negócio.

Por que usar adjetivo no prompt de imagem dá resultado genérico?

Porque o modelo aprendeu o sentido de palavras como elegante, aconchegante ou moderno com a média da internet, e o resultado sai médio. A solução é trocar a impressão pela decisão concreta. Em vez de elegante, peça fundo liso, uma cor só e muito espaço vazio. Em vez de aconchegante, luz de fim de tarde entrando de lado, com sombras longas. Melhor ainda é mostrar uma referência: a foto do produto real, uma imagem com a luz que você quer copiar ou uma peça antiga da marca. Pense nas decisões que toda imagem tem: enquadramento, ponto de vista, luz, fundo e cor.

Como fazer várias imagens com IA que pareçam da mesma marca?

Trate a geração como conversa, não como loteria. Gere a primeira peça sabendo que é rascunho e corrija uma coisa por vez, dizendo o defeito e não o desejo: "escureça o fundo" funciona melhor que "deixe mais dramático". Quando aprovar a primeira, use essa imagem como referência de estilo para a segunda e a terceira. É isso que transforma três imagens numa campanha. Registre o que funcionou, como paleta, tipo de luz, enquadramento e o prompt inteiro. Peça as imagens sem texto e escreva por cima num editor, porque acento e cedilha ainda são ponto fraco. E pare quando a peça já resolve o objetivo do briefing.

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Material do curso Google AI na Prática, de Augusto Villela.← Voltar ao Blog
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