Dirigir a IA criativa e criar imagens
Briefing de cinco linhas, referência no lugar do adjetivo, edição de imagem por conversa no Nano Banana, a hora de parar, Nano Banana ou Imagen e as regras de direito que valem para todo o módulo de criação.
Resumo da aula
- A máquina entrega a média para quem não sabe o que quer.
- Quem dirige, com briefing, referência e uma mudança de cada vez, recebe a própria peça, e não a peça de qualquer um.
- Escreva as cinco linhas antes de abrir a ferramenta, troque adjetivo por decisão concreta e pare quando a peça resolver o objetivo.
- A primeira imagem aprovada vira a referência das seguintes, e é assim que três imagens viram campanha.
Neste artigo
- Encomendar não é dirigir
- O briefing de cinco linhas
- Referência vale mais que adjetivo
- As decisões que toda imagem tem
- Nano Banana: imagem por conversa
- Corrigir por conversa e saber parar
- Texto na imagem: escreva por cima
- De peça solta a campanha
- Nano Banana ou Imagen
- Três regras de direito, e uma sem discussão
O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar — a aula em vídeo e o material de apoio ficam no curso, e o método completo, no livro.
Perguntas frequentes
Como escrever um briefing antes de gerar imagem com IA?
Escreva cinco linhas antes de abrir qualquer ferramenta. O que é a peça. Para quem, pensando numa pessoa concreta e não no público em geral. Onde vai aparecer, porque isso decide a proporção, e proporção definida depois destrói o enquadramento aprovado. O que a pessoa precisa sentir ou fazer, lembrando que achar bonito não é objetivo; entrar na loja ou perguntar o preço é. E o que não pode aparecer, como marca de terceiro, pessoa identificável ou elemento fora da identidade. Quem pula da ideia direto para o prompt costuma receber uma imagem bonita e inútil, que poderia ser de qualquer negócio.
Por que usar adjetivo no prompt de imagem dá resultado genérico?
Porque o modelo aprendeu o sentido de palavras como elegante, aconchegante ou moderno com a média da internet, e o resultado sai médio. A solução é trocar a impressão pela decisão concreta. Em vez de elegante, peça fundo liso, uma cor só e muito espaço vazio. Em vez de aconchegante, luz de fim de tarde entrando de lado, com sombras longas. Melhor ainda é mostrar uma referência: a foto do produto real, uma imagem com a luz que você quer copiar ou uma peça antiga da marca. Pense nas decisões que toda imagem tem: enquadramento, ponto de vista, luz, fundo e cor.
Como fazer várias imagens com IA que pareçam da mesma marca?
Trate a geração como conversa, não como loteria. Gere a primeira peça sabendo que é rascunho e corrija uma coisa por vez, dizendo o defeito e não o desejo: "escureça o fundo" funciona melhor que "deixe mais dramático". Quando aprovar a primeira, use essa imagem como referência de estilo para a segunda e a terceira. É isso que transforma três imagens numa campanha. Registre o que funcionou, como paleta, tipo de luz, enquadramento e o prompt inteiro. Peça as imagens sem texto e escreva por cima num editor, porque acento e cedilha ainda são ponto fraco. E pare quando a peça já resolve o objetivo do briefing.
Ir direto para outra aula
- 1 Da IA que responde à IA que age
- 2 O mapa da família Google AI
- 3 Como a IA generativa funciona
- 4 Pedir bem e conversar até acertar
- 5 Privacidade e uso responsável
- 6 Gemini Live: voz, câmera e tela
- 7 Escrever, resumir e comunicar
- 8 Planejar a vida, viagens e projetos
- 9 Deep Research, Canvas e Gems
- 10 A IA que conhece você e mora onde você já está
- 11 O briefing do dia e a semana organizada
- 12 Gemini Spark: delegar com limites
- 13 AI Search: resposta com fonte
- 14 Estudar com as suas fontes
- 15 Pesquisa que você consegue defender
- 16 Professores, alunos e a IA
- 17 Dirigir a IA criativa e criar imagens
- 18 Vídeo generativo: tomada por tomada
- 19 Som, música e voz
- 20 SynthID e publicação responsável
- 21 De usuário a operador
- 22 Agentes por dentro
- 23 O que dura e onde roda
- 24 Dois projetos reais: campanha e automação
- 25 Seu plano de trinta dias