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AI Search: resposta com fonte

Os resultados de sempre, o AI Overviews e o AI Mode na mesma tela, a nova caixa de busca, a regra da fonte em dois passos e a pergunta de controle antes de repassar qualquer resumo gerado.

Augusto VillelaLeitura de 6 minAula 13 de 25Livro: Capítulo 15

Resumo da aula

  • A Busca agora responde, e responde bem na maioria das vezes.
  • Mas uma resposta que você não sabe de onde veio é uma resposta que você não consegue defender.
  • Na mesma tela convivem os links de sempre, o AI Overviews e o AI Mode, e a caixa nova aceita imagem, arquivo, vídeo e abas abertas.
  • O método tem dois passos: clicar na fonte de toda resposta gerada e, para o que importa, ir à fonte primária.
  • Antes de repassar, a pergunta de controle: se me perguntarem quem disse isso, eu sei responder?

Neste artigo

  1. A pergunta que a Cláudia não soube responder
  2. Três camadas na mesma tela
  3. Conversar no AI Mode e mostrar em vez de descrever
  4. Primeiro passo: toda resposta gerada tem fonte
  5. Segundo passo: para o que importa, a fonte primária
  6. A pergunta de controle
  7. Onde o resumo não serve
  8. Os agentes de informação, sem expectativa
  9. Busca também é dado pessoal

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar — a aula em vídeo e o material de apoio ficam no curso, e o método completo, no livro.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre os links, o resumo gerado e o modo de conversa na Busca do Google?

Hoje a mesma página mostra três camadas. A lista de links continua lá, mais abaixo, e é o caminho mais direto quando você já sabe aonde quer chegar. No topo aparece o resumo gerado, que lê várias páginas e compõe uma resposta, com as fontes ao lado ou logo abaixo. E há o modo de conversa, em que você pergunta, refina e pergunta de novo. O resumo serve para entender rápido; a conversa, para explorar e comparar. Nela, escreva a pergunta inteira, com contexto, e diga o país. Uma resposta sem país pode estar descrevendo a regra de outro lugar, e não avisar.

Posso confiar no resumo de IA que aparece no topo da pesquisa do Google?

Na maioria das vezes ele está certo, mas uma resposta que você não sabe de onde veio é uma resposta que você não consegue defender. O método tem dois passos. Primeiro, clique nas fontes que o resumo mostra; nas primeiras semanas, em todas. Você vai notar que às vezes a fonte diz menos do que o resumo afirma, e que de vez em quando é um site qualquer, não a autoridade no assunto. Segundo, para o que importa, vá à fonte primária: lei no site oficial, preço na loja, especificação no fabricante, bula na bula. Um resumo sobre um documento não é o documento.

Quando não devo usar um resumo gerado por IA na busca para decidir ou provar algo?

Antes de repassar qualquer coisa lida num resumo gerado, pergunte a si mesmo: se me perguntarem quem disse isso, eu sei responder? Se não, ainda falta abrir a fonte, conferir a data e chegar ao original. Em decisão médica, jurídica ou financeira, o resumo ajuda a entender e a formular perguntas, mas quem decide é quem responde pelo que assina. Para o que muda por hora, como preço, disponibilidade e horário, confirme sempre na fonte. Quando você precisa do texto literal, como uma cláusula, um artigo de lei ou uma posologia, leia o original. E a captura de tela de um resumo gerado não é documento para ninguém.

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Material do curso Google AI na Prática, de Augusto Villela.← Voltar ao Blog
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