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Instagram no Make: CRM, transferência humana e painel

Os seis cenários que sustentam o Direct, o pós-venda dentro e fora da janela, os controles contra resposta duplicada e o painel que liga story a receita.

Augusto VillelaLeitura de 14 minAula 14 de 22Livro: Capítulo 12

Resumo da aula

  • Vamos amarrar as três aulas. Na do WhatsApp, o caminho da mensagem e a regra de quem decide o quê.
  • Na do Instagram, o contexto do story e a régua que separa curioso de cliente.
  • E hoje, o cadastro que guarda a conversa, a transferência que não faz o cliente recomeçar e o painel que mostra se está funcionando.
  • Numa frase: automação boa transforma cada mensagem numa conversa rastreável, do conteúdo que despertou o interesse até a próxima etapa comercial, sem perder o contexto.

Neste artigo

  1. Os seis cenários que sustentam o Direct
  2. O pacote de contexto que vai para a IA
  3. Classificar: esquema fixo e uma segunda chance
  4. Cada mensagem vira uma atividade no cadastro
  5. Responder sem inventar preço nem disponibilidade
  6. Pós-venda: dentro da janela, fora dela e o que o cadastro guarda
  7. As dez situações em que o agente para
  8. Quando o humano assume, o robô cala
  9. Modelos internos e o comentário que vira Direct
  10. Os números do painel
  11. Da origem à receita: a linha que não pode quebrar
  12. A ordem de implementação, em quatro etapas

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar — a aula em vídeo e a apresentação estão no curso, e o método completo, no livro.

Perguntas frequentes

Quais são os seis cenários do Make que sustentam o Direct?

Receber a mensagem, resolver o contexto, classificar com inteligência artificial, atualizar o cadastro de clientes, responder e transferir para uma pessoa. Cada cenário faz uma coisa só, e isso é de propósito: quando algo quebra, o erro fica visível e o conserto fica barato. Antes de a IA pensar, o sistema monta um pacote de contexto com o histórico da conversa, a origem (story, anúncio ou campanha), o preço anunciado, a etapa do funil e se a pessoa já foi cliente.

Quando o agente deve passar a conversa para um atendente humano?

São dez situações: confiança abaixo do limite, pedido para falar com uma pessoa, contexto não identificado, reclamação, conflito, informação jurídica ou dado sensível, negociação especial, pedido de desconto, orçamento elevado e cliente pronto para fechar. Só duas delas são falha técnica. Nas outras oito, a máquina até conseguiria responder, e não deve. Quando o humano assume, a automação pausa naquela conversa, para ninguém responder duas vezes nem dois atendentes falarem ao mesmo tempo.

Como impedir que a IA invente preço ou disponibilidade?

O cenário de resposta só pode dizer número que veio do sistema: o preço do sistema, o da campanha, o da tabela ou uma estimativa dita claramente como estimativa. Disponibilidade nunca sai da memória do modelo, sai do sistema de reservas. A sequência é consultar a base, verificar preço e disponibilidade, redigir, validar, enviar e registrar. E se a classificação da IA vier fora do esquema, o sistema pede uma correção uma vez; se continuar inválida, a conversa vai para a fila humana.

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Material do curso ChatGPT AI na Prática, de Augusto Villela.← Voltar ao Blog
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