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Comandos do Codex e o AGENTS.md do projeto

Os seis comandos que importam, a escolha de modelo e de permissão, e o arquivo que transforma as regras da casa em instrução permanente do projeto.

Augusto VillelaLeitura de 13 minAula 10 de 22Livro: Capítulo 9

Resumo da aula

  • Vamos amarrar. Comando com barra é ordem para o programa, não é conversa com a inteligência artificial.
  • São seis os que importam: ajuda, status, modelo, permissões, revisão e servidores conectados.
  • Nenhum deles se decora: se decora onde consultar.
  • O status é o painel de instrumentos antes de qualquer pedido sério.
  • A permissão é o comando mais importante, e ela começa restritiva.
  • A revisão você usa sempre, porque criar e revisar são tarefas diferentes.
  • E o agents ponto eme dê é o manual operacional do projeto: arquitetura, comandos de teste, padrões da casa, limites, estrutura de pastas e critérios de conclusão. Limite escrito é limite cumprido.

Neste artigo

  1. A barra: ordem para o programa, não pedido para a IA
  2. Ajuda e status: o socorro e o painel de instrumentos
  3. Escolha de modelo e de esforço
  4. Permissão: o que o Codex faz sem perguntar
  5. Revisão do próprio trabalho e servidores conectados
  6. AGENTS.md: o manual operacional do projeto
  7. Arquitetura, comandos de teste e padrões da casa
  8. Limites, estrutura de pastas e critérios de conclusão
  9. Um AGENTS.md de verdade, linha a linha
  10. Duas camadas: o seu perfil e a configuração do projeto
  11. Projeto que veio de fora: leia os arquivos de instrução

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar — a aula em vídeo e a apresentação estão no curso, e o método completo, no livro.

Perguntas frequentes

O que é o AGENTS.md de um projeto?

É o manual operacional do projeto: um arquivo de texto comum, criado na pasta do projeto, que o Codex lê sozinho quando inicia. O que estiver escrito ali vale como instrução permanente, sem precisar repetir nada a cada conversa. Seis seções dão conta: arquitetura (as partes e como elas conversam), comandos de teste (o que digitar para verificar), padrões da casa (como nomear, em que idioma comentar), limites (o que não pode ser tocado), estrutura de pastas (onde nasce cada arquivo novo) e critérios de conclusão (o que faz "pronto" virar fato verificável). Markdown é opcional: português corrente funciona, e dez linhas já mudam o resultado.

Quais comandos do Codex realmente importam?

Seis, e nenhum deles se decora — a grafia exata aparece na própria tela. Comando começa com barra, e a barra avisa que aquilo é ordem para o programa, não conversa com a inteligência artificial: mesma lógica da barra no WhatsApp ou no Slack. Há o de ajuda (a lista de comandos), o de status (modelo, permissão, pasta e conta da sessão), o de modelo (que escolhe quem responde e quanto esforço de raciocínio ele gasta), o de permissões, o de revisão (ele relê as próprias alterações e procura problemas) e o que mostra os servidores conectados à sessão.

É seguro rodar o Codex num projeto baixado da internet?

Só depois de ler o que veio dentro dele. Configuração local de projeto vale apenas em repositório confiável, e o motivo é direto: quando você baixa o projeto de outra pessoa, os arquivos de instrução vêm junto — inclusive o AGENTS.md, que pode trazer instrução escrita por um desconhecido e que o Codex vai ler como se fosse sua. É assinar contrato sem ler porque o envelope era bonito. São arquivos de texto: abrir e ler leva um minuto, e esse minuto é a diferença entre usar o projeto de alguém e obedecer a ele. Vale a mesma cautela do nível de permissão, que começa restritivo e só afrouxa depois.

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