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Vasos, jardins verticais e espaços compactos

Cada vaso é um compromisso de rega: como montar, quantos ter, o que fazer com pouco espaço e as três perguntas antes do jardim vertical.

Augusto VillelaLeitura de 5 minAula 15 de 25Livro: Capítulos 4, 6 e 8

Resumo da aula

  • O vaso resolve onde não há terra e cobra em rega o que entrega em praticidade.
  • Montado com furo, camada drenante, manta e substrato, no tamanho da planta adulta e no lugar decidido antes de encher, ele funciona.
  • O que falta decidir é quantos a casa consegue regar na seca, e a resposta costuma ser menos vasos, maiores e agrupados.
  • No espaço pequeno valem poucas espécies, um ponto focal e o porte adulto.
  • O jardim vertical só entra depois de três respostas, sobre a parede, a água e a pessoa.

Neste artigo

  1. Cada vaso é um compromisso de rega
  2. A montagem, de baixo para cima
  3. Tamanho, pratinho e lugar
  4. Quem rega em agosto
  5. Agrupar, ou ter menos e maiores
  6. O espaço compacto
  7. Jardim vertical: três perguntas antes de decidir
  8. A alternativa da treliça

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar. Material educacional: não habilita profissionalmente; adubo, calcário e defensivo seguem a análise de solo e o rótulo. O artigo em PDF e as videoaulas ficam no curso.

Perguntas frequentes

Como montar um vaso de planta do jeito certo?

De baixo para cima: furo de drenagem, camada drenante, manta e substrato. O furo não tem exceção, porque vaso sem furo é um balde. O tamanho segue a planta adulta, e o lugar se decide com o vaso ainda vazio.

Quantos vasos convém ter em uma chácara?

Os que a casa consegue regar na seca. Cada vaso é um compromisso de rega: a raiz só tem a água e o alimento que couberem ali dentro, e no inverno seco do Cerrado o vaso seca muito antes do canteiro. A resposta costuma ser menos vasos, maiores e agrupados.

Vale a pena fazer um jardim vertical?

O artigo não ensina a montar; oferece um jeito de decidir, com três perguntas. A primeira é sobre a parede: se suporta o peso do conjunto molhado e se tem impermeabilização. A segunda é sobre a água: ponto de abastecimento, rega automática e escoamento. A terceira é sobre a pessoa que vai repor as plantas perdidas. A alternativa é a trepadeira plantada no chão, em treliça afastada da parede, que dá efeito parecido com uma fração da manutenção.

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  1. 1 O mercado do paisagismo e as etapas de um serviço
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  3. 3 Princípios de composição paisagística
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  9. 9 Setorização, circulação, privacidade e pontos focais
  10. 10 Planta simplificada, quantitativos e cronograma
  11. 11 Limpeza, marcação e preparo do terreno
  12. 12 Preparo do solo e construção de canteiros
  13. 13 Plantio correto de mudas e tutoramento
  14. 14 Implantação e recuperação de gramados
  15. 15 Vasos, jardins verticais e espaços compactos
  16. 16 Irrigação manual, gotejamento e microaspersão
  17. 17 Iluminação e acabamentos do jardim
  18. 18 Paisagismo da casa, da entrada e da área de lazer
  19. 19 Paisagismo para pousadas, eventos e hospedagens rurais
  20. 20 Manutenção, poda, adubação e diagnóstico de problemas
  21. 21 Levantamento de custos e lista de compras
  22. 22 Formação de preço, proposta e contrato
  23. 23 Como apresentar, implantar e entregar o projeto
  24. 24 Desenvolvimento do paisagismo da Chácara-Modelo
  25. 25 Apresentação, avaliação e plano de evolução profissional
Material do curso Paisagismo na Prática, da coleção Viver de Chácara, de Augusto Villela. Conteúdo educacional.← Voltar ao Blog
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