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Como escolher espécies adequadas ao ambiente

Seis critérios para escolher cada planta pelo que ela será quando adulta, e a ficha de seleção de espécies para preencher com o viveirista.

Augusto VillelaLeitura de 6 minAula 6 de 25Livro: Capítulos 3 e 4

Resumo da aula

  • A muda que cabe no porta-malas é só o começo da planta.
  • O que se decide no viveiro é a árvore de muitos anos depois, com copa, raiz e folha no chão.
  • Por isso cada planta do projeto passa por seis perguntas: porte adulto, sol, água, raiz, o que cai, e toxicidade e espinho.
  • Um sétimo item, a manutenção, resume os outros.

Neste artigo

  1. Compre a planta que ela vai ser
  2. Primeiro critério: o porte adulto
  3. Sol e água
  4. A raiz e a quem perguntar cada afastamento
  5. O que cai, toxicidade e espinho
  6. O sétimo item: a manutenção
  7. Ser nativa não responde a nenhuma pergunta
  8. A ficha de seleção de espécies
  9. Cortar da lista e conferir

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar. Material educacional: não habilita profissionalmente; adubo, calcário e defensivo seguem a análise de solo e o rótulo. O artigo em PDF e as videoaulas ficam no curso.

Perguntas frequentes

Que critérios usar para escolher uma planta para o jardim?

Seis perguntas para cada planta: o porte adulto, o sol, a água, a raiz, o que cai e a toxicidade e o espinho. Um sétimo item, a manutenção, resume os outros. A muda mostra só o dia de hoje; o que se compra, de fato, é a planta adulta, com copa, raiz e folha no chão. As respostas vão para a ficha de seleção de espécies, preenchida com o viveirista da região.

A que distância da casa, da fossa ou da rede elétrica se planta uma árvore?

Não existe uma distância única, e o artigo não dá número: ela depende da espécie e do que está por perto. O afastamento da rede elétrica se pergunta à concessionária de energia; o de fossa e tubulação, a quem instalou; e árvore de grande porte perto de construção pede agrônomo ou engenheiro florestal.

Planta nativa do Cerrado é sempre a escolha certa?

Ser nativa não responde a nenhuma das perguntas. A origem da planta não informa como ela se comporta perto de uma construção. Há nativas produzidas por viveiros da região, mas nem por isso todas servem para o mesmo lugar. As perguntas se fazem uma por uma, com a fonte de cada resposta anotada, e planta com campo em branco na ficha ainda não está escolhida.

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  1. 1 O mercado do paisagismo e as etapas de um serviço
  2. 2 Segurança, EPIs e organização do canteiro
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  4. 4 Sol, sombra, clima, solo e drenagem
  5. 5 Briefing, medição, croqui e registro do local
  6. 6 Como escolher espécies adequadas ao ambiente
  7. 7 Árvores, arbustos, forrações, trepadeiras e gramados
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  9. 9 Setorização, circulação, privacidade e pontos focais
  10. 10 Planta simplificada, quantitativos e cronograma
  11. 11 Limpeza, marcação e preparo do terreno
  12. 12 Preparo do solo e construção de canteiros
  13. 13 Plantio correto de mudas e tutoramento
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  15. 15 Vasos, jardins verticais e espaços compactos
  16. 16 Irrigação manual, gotejamento e microaspersão
  17. 17 Iluminação e acabamentos do jardim
  18. 18 Paisagismo da casa, da entrada e da área de lazer
  19. 19 Paisagismo para pousadas, eventos e hospedagens rurais
  20. 20 Manutenção, poda, adubação e diagnóstico de problemas
  21. 21 Levantamento de custos e lista de compras
  22. 22 Formação de preço, proposta e contrato
  23. 23 Como apresentar, implantar e entregar o projeto
  24. 24 Desenvolvimento do paisagismo da Chácara-Modelo
  25. 25 Apresentação, avaliação e plano de evolução profissional
Material do curso Paisagismo na Prática, da coleção Viver de Chácara, de Augusto Villela. Conteúdo educacional.← Voltar ao Blog
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