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Limpeza, marcação e preparo do terreno

A ordem das onze etapas da implantação, a limpeza que protege o que fica e a marcação do projeto no chão, com três conferências antes de cavar.

Augusto VillelaLeitura de 6 minAula 11 de 25Livro: Capítulo 6

Resumo da aula

  • Jardim se monta de baixo para cima e do grande para o pequeno, e quem inverte essa ordem paga o mesmo serviço duas vezes.
  • A limpeza começa pelo que está enterrado, tira o entulho, o mato com a raiz e a grama velha, e protege o que fica.
  • A marcação põe o projeto no chão em tamanho real e passa por três conferências antes da primeira enxadada.

Neste artigo

  1. A ordem é o método
  2. Onze etapas, um desenho
  3. Cada etapa na estação certa
  4. Antes da ferramenta, o que há embaixo
  5. O que sai
  6. O que fica, e o que não é limpeza
  7. Marcação: a planta em tamanho real
  8. As plantas também entram na marcação
  9. Três conferências antes de cavar

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar. Material educacional: não habilita profissionalmente; adubo, calcário e defensivo seguem a análise de solo e o rótulo. O artigo em PDF e as videoaulas ficam no curso.

Perguntas frequentes

Qual é a ordem certa para implantar um jardim?

De baixo para cima e do grande para o pequeno. A sequência do artigo tem onze etapas: começa pelo chão, com limpar, marcar, enterrar o que vai enterrado, soltar e corrigir o solo; segue para o plantio, do maior para o menor; e deixa o gramado como a última superfície pisada pela obra. Quem inverte essa ordem paga o mesmo serviço duas vezes.

O que conferir antes de cavar no jardim?

O que há embaixo. Leve o mapa de interferências para o terreno e marque no chão canos, esgoto, fossa e cabos. Enxadão em cano é o acidente mais comum da implantação. Depois saem o entulho, o mato com a raiz e a grama velha dos futuros canteiros, e o que fica recebe proteção: nada se guarda debaixo da copa das árvores existentes.

Como marcar o projeto do jardim no terreno?

Em tamanho real, antes de cavar. Linha reta se marca com duas estacas e um barbante esticado; curva, com a mangueira deitada no chão. Cada árvore e cada arbusto ganha uma estaca com o nome, no lugar exato, e o círculo da copa adulta riscado no chão. Com tudo marcado, vêm três conferências: o círculo, o caminho e a vista.

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  1. 1 O mercado do paisagismo e as etapas de um serviço
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  3. 3 Princípios de composição paisagística
  4. 4 Sol, sombra, clima, solo e drenagem
  5. 5 Briefing, medição, croqui e registro do local
  6. 6 Como escolher espécies adequadas ao ambiente
  7. 7 Árvores, arbustos, forrações, trepadeiras e gramados
  8. 8 Solos, substratos, adubos e cobertura morta
  9. 9 Setorização, circulação, privacidade e pontos focais
  10. 10 Planta simplificada, quantitativos e cronograma
  11. 11 Limpeza, marcação e preparo do terreno
  12. 12 Preparo do solo e construção de canteiros
  13. 13 Plantio correto de mudas e tutoramento
  14. 14 Implantação e recuperação de gramados
  15. 15 Vasos, jardins verticais e espaços compactos
  16. 16 Irrigação manual, gotejamento e microaspersão
  17. 17 Iluminação e acabamentos do jardim
  18. 18 Paisagismo da casa, da entrada e da área de lazer
  19. 19 Paisagismo para pousadas, eventos e hospedagens rurais
  20. 20 Manutenção, poda, adubação e diagnóstico de problemas
  21. 21 Levantamento de custos e lista de compras
  22. 22 Formação de preço, proposta e contrato
  23. 23 Como apresentar, implantar e entregar o projeto
  24. 24 Desenvolvimento do paisagismo da Chácara-Modelo
  25. 25 Apresentação, avaliação e plano de evolução profissional
Material do curso Paisagismo na Prática, da coleção Viver de Chácara, de Augusto Villela. Conteúdo educacional.← Voltar ao Blog
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