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Preparo do solo e construção de canteiros

Soltar a área toda, corrigir conforme a análise, preparar a terra, dar caminho à água da chuva e dar forma aos canteiros antes do plantio.

Augusto VillelaLeitura de 6 minAula 12 de 25Livro: Capítulo 6

Resumo da aula

  • A raiz da abertura girava porque só o buraco tinha sido preparado.
  • Um canteiro solto por inteiro, corrigido conforme a análise e com a água encaminhada dá à raiz para onde ir.
  • A ordem é descompactar, corrigir e preparar, e depois acertar a superfície para a chuva e dar forma ao canteiro, com a borda e as valas resolvidas antes da primeira muda.

Neste artigo

  1. O solo que você tem
  2. Descompactar: o teste da haste
  3. Soltar a área toda
  4. Corrigir, conforme a análise
  5. Como conduzir a correção
  6. Preparar
  7. A água da chuva: três critérios
  8. Drenagem superficial e onde ela termina
  9. A forma do canteiro e a borda

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar. Material educacional: não habilita profissionalmente; adubo, calcário e defensivo seguem a análise de solo e o rótulo. O artigo em PDF e as videoaulas ficam no curso.

Perguntas frequentes

Por que preparar o canteiro inteiro, e não só o buraco de cada muda?

Porque a raiz precisa de ar e de caminho. Quando só o buraco é preparado, ela gira ali dentro, sem ter para onde ir. Em volta de casa, o solo costuma estar socado pela obra, pelos carros e por anos de pisoteio. Um canteiro solto por inteiro, corrigido conforme a análise e com a água encaminhada resolve isso.

Como saber se o solo do jardim está compactado?

Com dois testes simples. O teste da haste mostra a que profundidade está a camada dura, e o teste do berço mostra onde o solo segura água. Os pontos testados, marcados na planta, formam um mapa da compactação. A terra se solta em toda a área dos canteiros, levemente úmida, e depois disso ninguém mais pisa ali.

Como dar caminho à água da chuva no jardim?

Por três critérios: a água se afasta das construções, anda devagar e tem destino. Cabe ao dono acertar caimentos, abrir valetas rasas e levantar canteiros, o que se resolve com enxada e rastelo. Tubos, caixas, canaletas e contenção são de outro ofício.

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  1. 1 O mercado do paisagismo e as etapas de um serviço
  2. 2 Segurança, EPIs e organização do canteiro
  3. 3 Princípios de composição paisagística
  4. 4 Sol, sombra, clima, solo e drenagem
  5. 5 Briefing, medição, croqui e registro do local
  6. 6 Como escolher espécies adequadas ao ambiente
  7. 7 Árvores, arbustos, forrações, trepadeiras e gramados
  8. 8 Solos, substratos, adubos e cobertura morta
  9. 9 Setorização, circulação, privacidade e pontos focais
  10. 10 Planta simplificada, quantitativos e cronograma
  11. 11 Limpeza, marcação e preparo do terreno
  12. 12 Preparo do solo e construção de canteiros
  13. 13 Plantio correto de mudas e tutoramento
  14. 14 Implantação e recuperação de gramados
  15. 15 Vasos, jardins verticais e espaços compactos
  16. 16 Irrigação manual, gotejamento e microaspersão
  17. 17 Iluminação e acabamentos do jardim
  18. 18 Paisagismo da casa, da entrada e da área de lazer
  19. 19 Paisagismo para pousadas, eventos e hospedagens rurais
  20. 20 Manutenção, poda, adubação e diagnóstico de problemas
  21. 21 Levantamento de custos e lista de compras
  22. 22 Formação de preço, proposta e contrato
  23. 23 Como apresentar, implantar e entregar o projeto
  24. 24 Desenvolvimento do paisagismo da Chácara-Modelo
  25. 25 Apresentação, avaliação e plano de evolução profissional
Material do curso Paisagismo na Prática, da coleção Viver de Chácara, de Augusto Villela. Conteúdo educacional.← Voltar ao Blog
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