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Princípios de composição paisagística

Os sete princípios de composição e os quatro materiais com que eles trabalham: cor, textura, volume e sazonalidade.

Augusto VillelaLeitura de 5 minAula 3 de 25Livro: Capítulo 3

Resumo da aula

  • O canteiro de uma planta de cada se resolve com menos, e não com mais: poucas espécies, repetidas, e um ponto de contraste.
  • A repetição é o que mostra que houve uma decisão.
  • Os sete princípios dão nome ao que se quer, e os quatro materiais, cor, textura, volume e sazonalidade, são aquilo com que eles trabalham.
  • No Cerrado, a sazonalidade pede um projeto com algo acontecendo na chuva e na seca.

Neste artigo

  1. Sete ideias que você já percebe
  2. Forma e linha
  3. Escala
  4. Ritmo e equilíbrio
  5. Contraste e unidade
  6. Cor e textura
  7. Volume: os três andares
  8. Sazonalidade: o jardim nas duas estações
  9. Quando o desejo e o lugar discordam

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar. Material educacional: não habilita profissionalmente; adubo, calcário e defensivo seguem a análise de solo e o rótulo. O artigo em PDF e as videoaulas ficam no curso.

Perguntas frequentes

Quais são os princípios de composição de um jardim?

São sete: forma, linha, escala, ritmo, equilíbrio, contraste e unidade. Eles dão nome ao que se quer do espaço e trabalham com quatro materiais: cor, textura, volume e sazonalidade. Composição é o conjunto de decisões que faz um jardim parecer pensado, e a maior parte dessas ideias o leitor já percebe sem saber o nome.

Por que o canteiro com uma planta de cada espécie não funciona?

Porque falta repetição, e é a repetição que mostra que houve uma decisão. O remédio é menos, e não mais: poucas espécies, repetidas, e um ponto de contraste por área. Contraste funciona como tempero, e os mesmos materiais nas bordas e nos caminhos ajudam o jardim a parecer um só.

O que muda na composição de um jardim no Cerrado?

A sazonalidade pesa mais, porque o jardim muda muito entre a chuva e a seca. O projeto precisa ter algo acontecendo nas duas estações. De cada espécie convém saber em que meses floresce, se perde as folhas e em que época, e como fica na seca, sem rega. E, quando o desejo e o lugar discordam, o lugar vence.

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  1. 1 O mercado do paisagismo e as etapas de um serviço
  2. 2 Segurança, EPIs e organização do canteiro
  3. 3 Princípios de composição paisagística
  4. 4 Sol, sombra, clima, solo e drenagem
  5. 5 Briefing, medição, croqui e registro do local
  6. 6 Como escolher espécies adequadas ao ambiente
  7. 7 Árvores, arbustos, forrações, trepadeiras e gramados
  8. 8 Solos, substratos, adubos e cobertura morta
  9. 9 Setorização, circulação, privacidade e pontos focais
  10. 10 Planta simplificada, quantitativos e cronograma
  11. 11 Limpeza, marcação e preparo do terreno
  12. 12 Preparo do solo e construção de canteiros
  13. 13 Plantio correto de mudas e tutoramento
  14. 14 Implantação e recuperação de gramados
  15. 15 Vasos, jardins verticais e espaços compactos
  16. 16 Irrigação manual, gotejamento e microaspersão
  17. 17 Iluminação e acabamentos do jardim
  18. 18 Paisagismo da casa, da entrada e da área de lazer
  19. 19 Paisagismo para pousadas, eventos e hospedagens rurais
  20. 20 Manutenção, poda, adubação e diagnóstico de problemas
  21. 21 Levantamento de custos e lista de compras
  22. 22 Formação de preço, proposta e contrato
  23. 23 Como apresentar, implantar e entregar o projeto
  24. 24 Desenvolvimento do paisagismo da Chácara-Modelo
  25. 25 Apresentação, avaliação e plano de evolução profissional
Material do curso Paisagismo na Prática, da coleção Viver de Chácara, de Augusto Villela. Conteúdo educacional.← Voltar ao Blog
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