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Orçamento, produtividade e formação de preço

O orçamento da reforma em quantidades, perdas e horas de referência, com a coluna de preço em branco e a forma do preço em quatro parcelas.

Augusto VillelaLeitura de 6 minAula 22 de 25Livro: Capítulo 10 e capítulo 5

Resumo da aula

  • O orçamento começa pelo escopo, que diz o que será feito e o que fica fora.
  • Depois vêm as quantidades, trazidas do planejamento sem refazer a conta, a perda de cada material e as horas de referência, que servem para comparar propostas.
  • A coluna de preço fica em branco até a cotação.
  • O preço tem quatro parcelas, e duas delas, os custos indiretos e a margem, são percentuais que o profissional declara.
  • Com o mesmo escopo e as mesmas quantidades enviados a mais de um prestador, as propostas se comparam linha por linha.

Neste artigo

  1. O escopo, em duas frases
  2. As quantidades chegam prontas
  3. A perda: dois percentuais
  4. O campo em branco e as linhas separadas
  5. As horas de referência e a ressalva
  6. O que a referência deixa de fora
  7. A coluna de preço e a forma do preço
  8. Pedir as quantidades e comparar linha por linha
  9. Os oito passos e o teste do orçamento

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar. Material educacional: não habilita profissionalmente; estrutura, elétrica, hidráulica, altura e demolição ficam com profissional habilitado. O artigo em PDF e as videoaulas ficam no curso.

Perguntas frequentes

Por onde começa o orçamento de uma reforma pequena?

Pelo escopo, que cabe em duas frases: uma para o serviço incluído, outra para o que fica de fora. Em seguida entram as quantidades, que já vêm prontas do planejamento, a perda de cada material e as horas de referência. A coluna de preço aparece por último e permanece em branco até a cotação.

Como comparar orçamentos de pedreiros diferentes?

Enviando a todos o mesmo escopo e as mesmas quantidades, e pedindo a resposta linha por linha, e não só o total. Antes de aceitar uma proposta, peça as quantidades consideradas e a perda adotada. Dois totais não se comparam enquanto não se sabe se os dois prestadores orçaram a mesma obra.

O curso informa quanto custa uma obra?

Não. A coluna de preço fica vazia de propósito: quem dá o valor é o mercado da sua região, no dia da cotação. O artigo ensina a forma do preço, em quatro parcelas, e o que cada uma contém, para que você saiba ler a proposta recebida e perguntar pelo que não está escrito.

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  1. 1 Funções do pedreiro e sequência de uma obra
  2. 2 Segurança, EPIs, organização e descarte
  3. 3 Medição, nível, prumo, alinhamento e esquadro
  4. 4 Leitura básica de plantas, cortes e detalhes
  5. 5 Estrutura versus vedação: o que nunca alterar sem projeto
  6. 6 Ferramentas essenciais e uso correto
  7. 7 Cimentos, agregados, argamassas e concretos
  8. 8 Blocos, tijolos e materiais de revestimento
  9. 9 Visita técnica, diagnóstico e marcação
  10. 10 Quantitativos, logística e preparação do serviço
  11. 11 Preparação da base e primeira fiada
  12. 12 Elevação, amarração, prumo e alinhamento
  13. 13 Vãos, vergas, contravergas e encontros
  14. 14 Passagens de instalações e compatibilização
  15. 15 Conferência e correção da alvenaria
  16. 16 Chapisco, emboço, reboco e cura
  17. 17 Contrapiso, caimentos e regularização
  18. 18 Paginação e assentamento cerâmico
  19. 19 Rejuntamento, selagem e acabamento
  20. 20 Umidade, impermeabilização, áreas externas e pequenos reparos
  21. 21 Controle de qualidade e prevenção de retrabalho
  22. 22 Orçamento, produtividade e formação de preço
  23. 23 Proposta, medição, entrega e garantia
  24. 24 Execução acompanhada do módulo da Chácara-Modelo
  25. 25 Avaliação prática e plano de desenvolvimento profissional
Material do curso Pedreiro Completo na Prática, da coleção Viver de Chácara, de Augusto Villela. Conteúdo educacional.← Voltar ao Blog
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