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Elevação, amarração, prumo e alinhamento

Juntas desencontradas, escantilhão e linha, as quatro conferências de cada fiada, a regra das fiadas de cima e o painel de treino.

Augusto VillelaLeitura de 5 minAula 12 de 25Livro: Capítulo 6, com trechos do capítulo 5 e do capítulo 2

Resumo da aula

  • Elevar é repetir a primeira fiada, com quatro conferências a cada vez: nível, prumo, alinhamento e amarração.
  • As juntas verticais desencontradas fazem cada bloco prender os dois de baixo.
  • O escantilhão dá a altura das fiadas, e a linha, presa nos blocos de ponta, dá o alinhamento e o nível.
  • O que não passa na conferência se corrige com a argamassa fresca.
  • Na parte alta, a regra dá duas saídas: plataforma baixa e estável, montada conforme o manual, ou contratado.

Neste artigo

  1. A amarração: juntas desencontradas
  2. O escantilhão e a linha
  3. As marcas nas paredes que já existem
  4. Pontas primeiro, meio depois
  5. As quatro conferências de cada fiada
  6. Corrigir na hora, e o ritmo da subida
  7. As fiadas de cima
  8. O painel de treino

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar. Material educacional: não habilita profissionalmente; estrutura, elétrica, hidráulica, altura e demolição ficam com profissional habilitado. O artigo em PDF e as videoaulas ficam no curso.

Perguntas frequentes

O que é amarração em uma parede de blocos?

É o desencontro das juntas verticais: a junta de uma fiada nunca fica em cima da junta da fiada de baixo. Assim cada bloco se apoia sobre dois, e a parede trabalha como um conjunto. Para isso as fiadas alternam bloco inteiro e meio bloco, e esses meios-blocos já ficam dentro da perda prevista na compra.

O que conferir a cada fiada de uma parede?

Quatro perguntas, sempre as mesmas: está no nível, está no prumo, está alinhada, está amarrada. O escantilhão dá a altura de cada fiada, e a linha, presa nos blocos de ponta, dá o alinhamento e o nível. O que não passa se corrige na hora, porque bloco batido tarde demais solta da junta.

Quem faz a parte alta de uma parede?

Quem está aprendendo trabalha com os pés no chão, e as fiadas mais altas ficam acima desse alcance. O curso adota um limite mais restrito do que o da norma e descarta o improviso com banco, lata ou blocos empilhados. Sobram duas saídas: uma plataforma baixa e estável, montada conforme o manual, ou contratar a parte alta. O artigo mostra o que conferir nos dois casos.

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  2. 2 Segurança, EPIs, organização e descarte
  3. 3 Medição, nível, prumo, alinhamento e esquadro
  4. 4 Leitura básica de plantas, cortes e detalhes
  5. 5 Estrutura versus vedação: o que nunca alterar sem projeto
  6. 6 Ferramentas essenciais e uso correto
  7. 7 Cimentos, agregados, argamassas e concretos
  8. 8 Blocos, tijolos e materiais de revestimento
  9. 9 Visita técnica, diagnóstico e marcação
  10. 10 Quantitativos, logística e preparação do serviço
  11. 11 Preparação da base e primeira fiada
  12. 12 Elevação, amarração, prumo e alinhamento
  13. 13 Vãos, vergas, contravergas e encontros
  14. 14 Passagens de instalações e compatibilização
  15. 15 Conferência e correção da alvenaria
  16. 16 Chapisco, emboço, reboco e cura
  17. 17 Contrapiso, caimentos e regularização
  18. 18 Paginação e assentamento cerâmico
  19. 19 Rejuntamento, selagem e acabamento
  20. 20 Umidade, impermeabilização, áreas externas e pequenos reparos
  21. 21 Controle de qualidade e prevenção de retrabalho
  22. 22 Orçamento, produtividade e formação de preço
  23. 23 Proposta, medição, entrega e garantia
  24. 24 Execução acompanhada do módulo da Chácara-Modelo
  25. 25 Avaliação prática e plano de desenvolvimento profissional
Material do curso Pedreiro Completo na Prática, da coleção Viver de Chácara, de Augusto Villela. Conteúdo educacional.← Voltar ao Blog
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