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Fundamentos do equilíbrio e da desinfecção

Os cinco parâmetros da água, o que cada um faz, como um segura o outro e por que a ordem de trabalho é alcalinidade, pH e cloro.

Augusto VillelaLeitura de 6 minAula 5 de 25Livro: Capítulo 3

Resumo da aula

  • Antes de abrir qualquer embalagem, pergunte qual das duas perguntas você está respondendo: se a água está protegida ou se ela está em condição de ser protegida.
  • Os cinco parâmetros se seguram uns aos outros, e por isso a ordem é alcalinidade, pH e cloro, sempre com ajuste aos poucos.

Neste artigo

  1. Duas perguntas diferentes
  2. pH: o que mais se mexe sozinho
  3. Alcalinidade total: a âncora do pH
  4. Cloro livre, combinado e total
  5. Estabilizante: o protetor solar do cloro
  6. Dureza cálcica e a água de poço
  7. Como os parâmetros se seguram
  8. O que suja e o que consome

O artigo é lido por partes. Use os botões abaixo para avançar. Material educacional: não habilita profissionalmente, e toda quantidade de produto é a do rótulo. O artigo em PDF e as videoaulas ficam no curso.

Perguntas frequentes

Qual é a diferença entre água desinfetada e água equilibrada?

São duas perguntas diferentes. A água está desinfetada? Essa é a pergunta da saúde. A água está equilibrada? Essa é a do conforto e da conservação da piscina. Confundir uma com a outra é a origem de boa parte do dinheiro jogado fora em produto, porque água desequilibrada desperdiça desinfetante.

Em que ordem se corrigem os parâmetros da água?

Alcalinidade, depois pH, depois cloro. A alcalinidade vem primeiro porque dá estabilidade ao resto; o pH vem depois porque decide se o cloro vai funcionar; o cloro entra por último, com a água pronta para recebê-lo. O ajuste é feito aos poucos. As faixas de cada parâmetro são as da norma vigente e do rótulo, e não são reproduzidas aqui.

Cheiro forte de cloro quer dizer que há cloro demais na piscina?

Não. O cloro que protege o banhista é o livre; o que cheira é o combinado, que já reagiu com a sujeira e quase não desinfeta. Cheiro forte, portanto, é sinal de cloro gasto. O artigo lembra ainda que tudo o que cai na água disputa o cloro, e que a ducha antes de entrar é a medida mais barata do tratamento.

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  1. 1 Função do piscineiro e anatomia da piscina
  2. 2 Segurança química e leitura de rótulos
  3. 3 Segurança elétrica, hidráulica e dos banhistas
  4. 4 Volume, vazão, circulação e filtração
  5. 5 Fundamentos do equilíbrio e da desinfecção
  6. 6 Equipamentos da casa de máquinas
  7. 7 Acessórios de limpeza e instrumentos de teste
  8. 8 Produtos: funções, compatibilidades e armazenamento
  9. 9 Como inspecionar e registrar uma piscina
  10. 10 Como calcular volume e planejar a rotina
  11. 11 Peneiração, escovação e limpeza de bordas
  12. 12 Aspiração e escolha do modo de operação
  13. 13 Válvulas, bomba e filtro sem erros
  14. 14 Retrolavagem, enxágue e reposição de água
  15. 15 Rotina completa de uma visita profissional
  16. 16 Coleta, testes e interpretação dos resultados
  17. 17 Ajustes de equilíbrio conforme produto e sistema
  18. 18 Desinfecção de rotina e tratamento corretivo
  19. 19 Água verde, turva, espuma, manchas e odores
  20. 20 Diagnóstico inicial de vazão, pressão, vazamentos e impactos do ambiente rural
  21. 21 Planos diário, semanal, mensal e sazonal
  22. 22 Estoque, custos, orçamento e contrato
  23. 23 Relatório ao proprietário, preparação para hóspedes e liberação segura
  24. 24 Desenvolvimento do plano de manutenção da piscina da Chácara-Modelo
  25. 25 Avaliação de caso e plano de evolução profissional
Material do curso Piscineiro na Prática, da coleção Viver de Chácara, de Augusto Villela. Conteúdo educacional.← Voltar ao Blog
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