| A escada de 5 degraus | Prompt, contexto, harness, laço e grafo. Os degraus se acumulam. | 1 |
| O teto da conversa | Os cinco chapéus de quem usa só o chat: memória, integração, qualidade, execução e registro. | 1 |
| As 4 categorias de sistema | Copiloto, automação de regra fixa, workflow e agente. | 2 |
| Capacidade × permissão | O que a ferramenta alcança e o que você decide que ela pode fazer. | 2 |
| Estoque, laço e atraso | O olhar ao longo do tempo: o que o fluxo barato consome sem avisar. | 2 |
| Matriz de responsabilidade | Quem executa, quem aprova e quem responde, etapa por etapa. | 3 |
| Ponto de consequência | A etapa em que o erro sai do sistema: enviar, pagar, publicar, apagar. | 3 e 15 |
| Fronteira de confiança | A linha em que o dado é conferido antes de ser tratado como verdadeiro. | 3 |
| Schema | O contrato da ficha, que sabe dizer não. | 4 |
| Idempotência | Fazer duas vezes tem o mesmo efeito que fazer uma. | 4 e 12 |
| Janela como orçamento | Cada item do contexto custa dinheiro, tempo e atenção. | 5 |
| Hierarquia de fonte da verdade | A ordem escrita que diz qual fonte prevalece em caso de conflito. | 5 |
| Política de memória | O que grava, quando expira e como apaga. | 5 |
| Ferramentas por efeito | Uma que lê, uma que rascunha e uma que age, com permissões diferentes. | 6 |
| Busca híbrida com gabarito | Palavra e sentido juntos, escolhidos por medição. | 7 |
| Os 5 modos de falha do RAG | A base não tem, ficou de fora, foi mal usado, está vencido, dá ordens. | 8 |
| Filtro antes da busca | A permissão se aplica antes de recuperar, nunca depois. | 8 e 25 |
| Verificador de citação | Código que confere a citação letra por letra. | 8 |
| Teste negativo com contraprova | Provar que o proibido não acontece e que o teste sabe acusar. | 8 |
| Ontologia | O vocabulário combinado de coisas e ligações do grafo de conhecimento. | 9 |
| Proveniência | A ficha de origem, data, versão e dono de cada documento. | 10 e 24 |
| Conjunto de ouro | Casos fixos com gabarito para comparar versões. | 10 |
| O teste que sabe falhar | Desfazer a correção e ver o teste ficar vermelho. | 10 e 16 |
| Critério de parada | A regra, escrita antes, que diz quando o agente pode parar. | 11 |
| Checkpoint, retentativa e compensação | Salvar, tentar de novo e desfazer: os três mecanismos do fluxo. | 12 |
| Fluxo híbrido e guarda | O modelo interpreta, a regra calcula e um código confere. | 13 |
| Calibração e limiar de abstenção | Medir a confiança declarada e dar ao sistema a saída “não sei”. | 13 |
| Contrato entre agentes | Fonte, data, dúvida explícita e parada na falha. | 14 |
| A chave que pede não aprova | Pedido e aprovação em mãos e credenciais diferentes. | 15 e 23 |
| Níveis de autonomia | Uma escada por tipo de ação, com promoção por evidência. | 15 |
| Botão de parada | O disjuntor geral, testado: qualquer pessoa de plantão aciona. | 15 |
| Portão de avaliação | A inspeção automática com régua escrita antes da mudança. | 16 e 25 |
| As 3 perguntas da sandbox | O que o agente pode ler, mudar e para onde pode falar. | 17 |
| Responsabilidade compartilhada | Código, dados e chaves são sempre seus. | 18 |
| Log, métrica e rastro | Os três sinais da observabilidade, unidos por um identificador. | 19 |
| Disjuntor e fallback | Parar de insistir e ter um reserva com regra sobre dados. | 20 |
| Os 3 degraus do conector | Ler, redigir e agir para fora. | 21 |
| Tríade letal | Dado privado, conteúdo de estranhos e canal para fora. | 22 |
| Menor privilégio | Só as permissões que a tarefa exige, com prazo curto. | 23 |
| Minimização e pseudonimização | A peneira antes do modelo e o nome trocado por código. | 24 |