Conteúdo do curso · Villela Academy

Pedreiro Completo na Prática

Tudo o que o curso ensina a quem faz, contrata ou fiscaliza uma obra pequena na chácara, aula por aula.

Ficha do curso

Os dados principais do curso.

Nome
Pedreiro Completo na Prática
Subtítulo
Alvenaria, revestimentos, áreas externas e pequenos reparos em chácaras e hospedagens
Em uma frase
A obra pequena feita na ordem certa, e conferida por você
Coleção
Viver de Chácara
Autor
Augusto Villela
Formato
25 videoaulas animadas, de cerca de 8 minutos cada
Duração em vídeo
3 h 20 min
Em cada aula
Artigo em PDF, com checklists, fichas e passos
Acesso
1 ano a partir da compra, no computador e no celular
Certificado
Certificado da Villela Academy, ao concluir todas as aulas
Preço
R$ 85,00 (em outubro de 2026; vale o preço da página do curso)
Garantia
7 dias, incondicional, com reembolso
Onde
Villela Academy

Página do curso: academia.villelastay.com.br/academy/cursos/pedreiro-completo-na-pratica

Na página, a aula 5 (Estrutura versus vedação: o que nunca alterar sem projeto) aparece aberta como degustação grátis, com vídeo e artigo.

A ideia central

O curso em poucas palavras.

Cada etapa é a base da seguinte. Em obra pequena, a ordem vale mais do que a pressa.

Quase todo dono de chácara já pagou por um serviço sem saber dizer se ficou bom, e já ouviu que é só uma paredinha. Uma obra pequena não dá errado por falta de força. Dá errado pela ordem e pela falta de conferência. O curso percorre o ciclo inteiro de uma obra pequena e não estrutural, da primeira medida à entrega, e separa três coisas com clareza: o que você faz, o que contrata e confere, e o que só fiscaliza, porque pede projeto e responsável técnico.

O método do curso

A promessa, em uma frase

Você termina com a reforma de um cômodo planejada no papel, etapa por etapa, sabendo o que faz, o que contrata e o que só fiscaliza.

Quatro ideias que sustentam o curso

O que cada aula ensina

Para cada aula: os ensinamentos e uma ou duas frases do próprio curso. Os títulos são os publicados na Villela Academy. O agrupamento em blocos é deste material.

Ofício, segurança e leitura da obra · aulas 1 a 5

01

Funções do pedreiro e sequência de uma obra

  • A ordem que o curso propõe: medir e ler o que existe, separar o que é seu do que é de contratado e do que pede projeto, calcular a quantidade, executar uma etapa por vez e conferir cada uma com critério escrito.
  • O que o curso é e o que não é. Não é formação profissional e não é tabela de preços. “Completo” quer dizer o ciclo completo de uma obra pequena, que não toca em nada que sustente a construção.
  • As três leituras do mesmo curso: a de quem faz o serviço pequeno, a de quem trabalha ou quer trabalhar na área e a de quem contrata.
  • A obra de exemplo, na Chácara-Modelo: a reforma de um depósito de 4 m por 3 m, que ganha uma parede divisória, e o caminho de pedestres da entrada, de 5 m por 1,20 m.
  • O que o pedreiro faz, com quem divide a obra e as quatro conferências que voltam no curso inteiro: nível, prumo, alinhamento e esquadro.
  • Os três tipos de serviço (obra nova, reforma e manutenção) e o calendário do Cerrado: obra externa e concreto ficam, de preferência, para a seca.
  • As dez etapas da reforma, da marcação à limpeza e ao aceite, e as quatro perguntas para ler o local antes de qualquer serviço.
  • A tabela das três colunas: o que você faz, o que contrata e confere, e o que só fiscaliza. Na dúvida, o serviço sobe para a coluna mais restrita.
Frases do cursoCada etapa é a base da seguinte.Em obra pequena, a ordem vale mais do que a pressa.
02

Segurança, EPIs, organização e descarte

  • A ordem da segurança: primeiro se arruma o canteiro, depois se veste o equipamento. A proteção coletiva tira o risco do lugar. A individual cuida do risco que sobrou.
  • O que se veste muda com a tarefa: misturar, assentar, cortar, chapiscar, lixar e carregar. A tabela completa fica no material, com a remissão à norma regulamentadora de equipamento de proteção individual.
  • Cimento e cal queimam a pele úmida e os olhos. Respingo no rosto se lava na hora, e olho atingido é motivo para procurar atendimento.
  • A maior parte das quedas de obra pequena acontece no mesmo nível: no entulho, na mangueira, na tábua esquecida. A primeira medida é o caminho livre.
  • O canteiro tem limite, marcado e avisado. Criança, hóspede e animal ficam do lado de fora, buraco não passa a noite aberto e, com reserva na casa, a obra não acontece.
  • Corte só com ferramenta sem motor e com água contra a poeira. Máquina de disco e serra de bancada ficam na mão do contratado.
  • Os limites do que não é serviço seu: entrar em vala, trabalhar em altura, montar andaime, demolir. Para as fiadas de cima da parede há duas saídas: plataforma baixa e estável, conforme o manual, ou contratar a parte alta.
  • Entulho separado em três grupos desde o primeiro dia, canteiro limpo no fim de cada dia e o cuidado quando quem executa é o caseiro.
Frases do cursoObra pequena machuca por parecer pequena.Escada é acesso, não é posto de trabalho.
03

Medição, nível, prumo, alinhamento e esquadro

  • Toda conta de obra começa na trena, e todo erro de compra também. Medir sempre duas vezes, em dois pontos, e anotar na hora, com a unidade.
  • Área é comprimento vezes largura. Quando a superfície tem um vão, desconta-se o vão, e as contas de compra se fazem sobre a área líquida.
  • Uma conta de área se confere somando os pedaços. No depósito, sala A, sala B e a faixa da parede devolvem os 12 m² do todo.
  • Volume é área vezes espessura, com tudo em metros. A espessura de cada camada não é escolha de quem faz a conta: vem do fabricante, da norma ou do projeto.
  • A regra de três em quatro linhas, usada para a perda do piso. A maior parte dos erros nasce de uma linha invertida.
  • As quatro conferências, com o instrumento e o erro comum de cada uma: nível (bolha e mangueira), prumo, alinhamento (linha esticada) e esquadro.
  • Dois métodos de esquadro para o cômodo inteiro: as diagonais iguais e o triângulo de lados três, quatro e cinco (60, 80 e 100 cm).
  • Como medir e desenhar um cômodo: cada parede rente ao piso, o que já existe com a distância até o canto, e a altura em pelo menos dois cantos.
Frases do cursoO olho aceita quase tudo.O prumo se confere enquanto a parede sobe.
04

Leitura básica de plantas, cortes e detalhes

  • Tomar a medida do desenho com a régua é um dos erros mais comuns de quem começa. Vale a cota, que é a medida escrita no desenho.
  • Desenho sem cota não serve para comprar nem para executar. A escala ajuda a entender o tamanho das coisas, mas quem manda na obra é a cota.
  • As três vistas: a planta (de cima), o corte (de lado, o desenho das alturas) e a elevação (uma parede vista de frente, com os vãos).
  • O depósito da Chácara-Modelo lido em planta: frente, fundo, laterais, a parede nova, as duas salas e o ralo que já existe no canto do fundo.
  • As duas cotas que mandam na marcação da reforma: a posição da parede nova e a do vão da porta. O que já existe e não vai mudar fica sem cota.
  • Cada vista responde a um tipo de pergunta. A planta diz onde, o desenho de lado diz a que altura, e a elevação mostra a parede de frente.
  • O detalhe da espessura: a face acabada e a face do bloco. Quem confunde as duas entrega uma sala mais estreita do que o desenho pede.
  • Se a soma das cotas não fecha com o todo, há uma cota lida errado.
Frases do cursoA medida de um desenho não se tira. Ela se lê.Quem lê só a planta acerta a posição da parede e esquece a altura dela.
05

Estrutura versus vedação: o que nunca alterar sem projeto

  • A regra de parada do curso: o que sustenta a casa não se fura, não se retira e não se carrega com peso novo sem projeto e sem responsável técnico.
  • As seis partes da estrutura: fundação, pilar, viga, cinta, laje e muro de arrimo. Paredes de vedação, revestimentos e pisos são o que o curso ensina.
  • O caminho das cargas, do telhado ao solo, como uma corrente. Tirar ou enfraquecer uma peça obriga a carga a procurar outro trajeto, e o resultado nem sempre aparece no dia.
  • O jeito de construir muda o que cada parede é: estrutura de concreto, alvenaria estrutural, madeira e metal. Em casa antiga de chácara, é frequente a mistura.
  • Acrescentar peso também mexe na corrente. Caixa-d'água nova e segundo piso são serviço de projeto, e fundação é sempre projeto, mesmo a de uma construção pequena.
  • As cinco perguntas do porte: sustenta carga, segura terra, fica acima de gente, mexe no que já existe, tem fogo, gás ou água de beber. Um sim basta para pedir engenheiro ou arquiteto.
  • Em parede que já existe, abrir, alargar ou fechar um vão e retirar ou cortar a parede pertencem à terceira coluna. Demolição não é ensinada, nem de parede pequena.
  • O que pedir antes do primeiro dia de obra: o projeto e o documento de responsabilidade técnica de quem responde pela execução.
Frases do cursoO que sustenta a casa não se mexe.Vista de fora, a parede que sustenta a casa é igual à que só fecha um vão.

Ferramentas e materiais · aulas 6 a 8

06

Ferramentas essenciais e uso correto

  • O teste da régua de alumínio na loja: encostada numa superfície plana, a régua boa não deixa passar luz por baixo.
  • As ferramentas de alvenaria e revestimento em cinco grupos: medição e conferência, corte, mistura, assentamento e acabamento.
  • Para a reforma do depósito, tudo cabe numa caixa e num carrinho de mão. Peça sem motivo não entra na lista.
  • O recipiente de medida: um balde ou uma lata, rígido, o mesmo do primeiro ao último dia, cheio até a borda e rasado com a régua.
  • O escantilhão, a régua vertical com a altura das fiadas marcada, e as quatro desempenadeiras: de madeira, de aço, dentada e de borracha.
  • Lavar tudo no fim do dia. Argamassa endurecida na régua muda a medida.
  • Quatro regras para ferramenta elétrica, extensão, área molhada e furo em parede. Emenda com fita não entra no canteiro, e a proteção contra choque é pergunta para o eletricista.
  • As três máquinas que, sem treinamento, ficam com o contratado: serra de bancada, betoneira e placa vibratória.
Frases do cursoFerramenta se escolhe pela função.Quem compra assim leva pouco e usa tudo.
07

Cimentos, agregados, argamassas e concretos

  • A pergunta que vem antes do nome do produto: o que este material precisa fazer aqui? A resposta está impressa na embalagem.
  • O cimento não endurece por secar. Endurece por uma reação com a água, e por isso precisa de água na medida e de um tempo úmido depois de aplicado, a cura.
  • Cal hidratada, areia (com o teste do punhado úmido entre as mãos), brita e pedrisco, a água que serve para beber e os aditivos, só na dose da embalagem.
  • O saco lido pelo verso. As três informações que mais pesam na compra: uso indicado, quantidade de água e validade com o lote.
  • O que é traço: a proporção entre os componentes, medida em volume e escrita sempre na mesma ordem. Ele só existe se a medida for sempre a mesma.
  • Por que a água a mais enfraquece: ela evapora e deixa vazios. O critério é a menor quantidade de água que permita trabalhar. Número de água, só o da embalagem.
  • Massa que começou a endurecer na masseira não se recupera com mais água. Vira perda.
  • Concreto simples serve para pequenas bases no nível do terreno. Com armadura, o concreto é estrutura, e estrutura é assunto de projeto.
Frases do cursoPá não é medida.A cura é a etapa mais barata do concreto, e a primeira a ser esquecida.
08

Blocos, tijolos e materiais de revestimento

  • As três peças da parede e para que serve cada uma: bloco cerâmico de vedação, bloco de concreto e tijolo maciço. Se a parede sustenta alguma coisa, ela é assunto de projeto.
  • Conferir a medida do bloco vendido na sua região e refazer a conta com o módulo dele.
  • As argamassas se distinguem pelo serviço, e não pela cor: assentamento, chapisco, emboço, reboco e contrapiso. Cada uma tem o seu saco.
  • Antes de ir à loja, escrever o serviço em uma linha: o que o material precisa fazer, em que base e em que ambiente.
  • O que a caixa da placa cerâmica informa: medidas, uso indicado, tonalidade, lote e metros quadrados. Tonalidade e lote precisam ser os mesmos em todas as caixas.
  • Os três produtos que acompanham a placa: argamassa colante, rejunte e selante. O selante vai nos encontros que se movimentam, onde o rejunte, que é rígido, tende a fissurar.
  • Receber é conferir na hora, com o entregador presente, antes de assinar. Saco rasgado, úmido ou empedrado volta no mesmo caminhão.
  • Onde guardar cada material e o que é perda: a parte inevitável, que entra na conta, e a parte que se evita.
Frases do cursoNenhuma camada faz bem o trabalho da outra.Perda é tudo o que foi comprado e não virou obra.

Visita, marcação e quantitativos · aulas 9 e 10

09

Visita técnica, diagnóstico e marcação

  • A visita responde ao que a obra não pode descobrir no meio: o que existe, o que passa dentro e o que não é serviço seu.
  • As três partes da visita: medir (com as duas diagonais), ver o acesso (por onde o material entra e onde o caminhão descarrega) e diagnosticar o estado do que existe.
  • As duas anotações do ralo: a altura da boca em relação ao piso existente e a espessura do sistema novo. O que se faz com elas é serviço contratado ao encanador.
  • A pergunta que não é sua: confirmar com um profissional habilitado que o piso existente pode receber a parede.
  • A marcação da parede: a distância medida junto à frente e junto ao fundo, um ponto em cada lugar e a linha esticada entre os dois.
  • A linha riscada é a face acabada. Quem assenta o bloco em cima dela entrega uma sala mais estreita do que a do desenho.
  • Proteger o que existe antes de qualquer massa, e os três critérios da base da parede: limpa, firme e nivelada.
  • A lista de cinco conferências antes do primeiro bloco.
Frases do cursoQuem mede de um lado só faz a parede torta sem que nenhuma medida pareça errada.O que está escondido hoje é o que atrapalha a obra amanhã.
10

Quantitativos, logística e preparação do serviço

  • Quantitativo é a lista do que comprar, com a quantidade de cada item. Um número só entra na lista de compras depois de conferido por outro caminho.
  • Os blocos por dois caminhos: contando módulos (o bloco mais a junta) e pela área líquida. Na parede do exemplo, os dois dão 151 blocos.
  • A primeira fiada desenhada no papel antes de comprar: quantos módulos inteiros cabem, onde fica o vão e onde cai o corte.
  • A perda é o que se compra a mais. Com a perda de referência do SINAPI para o bloco, de 13,2%, os 151 blocos do exemplo viram 171 a comprar.
  • Os consumos de referência de argamassa já têm a perda dentro. Somar perda à argamassa é contar duas vezes.
  • As contas do piso, do rodapé, da soleira e do caminho da entrada, e a linha de serviço contratado: a adequação da altura do ralo pelo encanador.
  • A entrega programada pela ordem de uso, as esperas entre as etapas e os dois calendários: o do Cerrado e o das reservas.
  • Os três testes do plano: o das duas contas, o da soma das áreas e o do calendário, em que nenhuma etapa cai em dia de reserva.
Frases do cursoConta que se confere por um segundo caminho é conta que se pode comprar.Decidir no papel teria custado um desenho.

A parede de vedação · aulas 11 a 15

11

Preparação da base e primeira fiada

  • Se a primeira fiada sai torta ou desnivelada, cada fiada de cima herda o erro.
  • A parede do curso é de vedação: divide o depósito em duas salas e não sustenta nada. Sem a confirmação do piso por profissional habilitado, a obra não começa.
  • A locação em quatro passos: conferir a marcação e o esquadro, achar o ponto mais alto do piso, dispor a fiada a seco e só então assentar.
  • Entre as linhas de face acabada riscam-se as linhas de face do bloco. É por elas que a fiada se guia.
  • A fiada a seco mostra se a conta do papel fecha no piso e se as bordas do vão caem onde foram marcadas.
  • Assentam-se primeiro os blocos das pontas e das bordas do vão. Cada bloco é conferido em três direções.
  • A argamassa de assentamento: a preferência pela industrializada, a água na menor quantidade que permita trabalhar e só o que será usado no tempo que a embalagem indica.
  • Mais do que o número, vale a regularidade da junta. Terminada a fiada, para-se e mede-se. Se algo não fecha, desmancha-se enquanto o erro é de uma fiada só.
Frases do cursoA primeira fiada decide as outras.Não é decisão para tomar com a colher na mão.
12

Elevação, amarração, prumo e alinhamento

  • Juntas verticais alinhadas do piso ao alto são um defeito: a parede passa a se comportar como pilhas de blocos lado a lado.
  • A amarração: a junta vertical de uma fiada nunca fica sobre a da fiada de baixo. Por isso a parede pede meios-blocos que a conta de compra não mostra.
  • O escantilhão dá a altura das fiadas, e a linha esticada de uma marca à outra dá o alinhamento e o nível ao mesmo tempo.
  • A ordem que poupa tempo e erro: primeiro os blocos das pontas, depois a linha, por último o meio.
  • As quatro conferências de cada fiada: nível, prumo, alinhamento e amarração. O que não passou se corrige na hora, com a argamassa fresca.
  • Quantas fiadas subir por dia e se o bloco deve ser umedecido: quem diz são a norma de execução de alvenaria e o fabricante.
  • As fiadas de cima estão fora do alcance de quem trabalha com os pés no chão. Banco, lata e pilha de blocos não são lugar de trabalho.
  • O painel de treino: um painel em L, de cinco fiadas, levantado com os pés no chão, que não vira parte de construção nenhuma e é desmontado no fim.
Frases do cursoCada bloco se apoia sobre dois, meio em cada um.Quem confere bloco a bloco com o nível de bolha demora mais e acumula erro.
13

Vãos, vergas, contravergas e encontros

  • As três frases da aula: o vão nasce com a parede, a verga e a ligação com as paredes existentes são do contratado, e a conferência é sua.
  • O vão da porta não é aberto depois. Já estava na primeira fiada, e as bordas sobem no prumo, com a largura conferida a cada fiada.
  • A verga é a peça horizontal sobre o vão, que leva para as laterais o apoio das fiadas de cima. Sem ela, é comum aparecerem fissuras inclinadas saindo dos cantos.
  • A contraverga é a peça equivalente por baixo do vão de uma janela.
  • Dimensão, apoio e armadura da verga são conforme o projeto ou o fabricante. Na compra, pede-se a especificação por escrito.
  • As três conferências da verga, antes do revestimento: existe e está sobre o vão, entra na parede dos dois lados com o apoio especificado e está nivelada.
  • Os encontros com as paredes existentes: o detalhe da ligação é conforme o projeto, a execução é contratada, e o aluno confere e fotografa antes do revestimento.
  • O limite: em parede que já existe, abrir, alargar ou fechar um vão só se faz com projeto e responsável técnico.
Frases do cursoO vão nasce com a parede.Ninguém sabe, só de olhar, o que uma parede antiga passou a sustentar.
14

Passagens de instalações e compatibilização

  • Quem começa pelo acabamento e deixa o tubo e o fio para depois volta atrás com um rasgo no revestimento novo.
  • O encunhamento: o preenchimento do espaço entre a última fiada e a laje. Ele prende o topo da parede sem fazer da parede de vedação um apoio da laje.
  • O encunhamento é serviço contratado. A conferência se faz do chão, com duas perguntas: está preenchido em todo o comprimento? Foi feito depois de a parede estar pronta?
  • Compatibilizar é fazer os ofícios caberem uns nos outros, no desenho e no tempo. Na parede e no piso, a ordem tem seis passos.
  • As duas perguntas ao eletricista antes de a parede subir: haverá interruptor, tomada ou ponto de luz na parede nova? A instalação fica embutida ou aparente?
  • O curso não ensina a passar nada por dentro da parede nem a rasgar parede existente. Havendo gás no caminho, para-se e chama-se a empresa responsável.
  • Antes de fechar a parede, fotografar as duas faces com a trena encostada, mostrando onde passam os eletrodutos e as caixas.
  • Onde cada um entra nas dez etapas: o eletricista antes do chapisco e o encanador antes do contrapiso.
Frases do cursoParede revestida esconde o que tem dentro.Essa foto é o que diz, anos depois, onde não furar.
15

Conferência e correção da alvenaria

  • A parede se confere antes do chapisco. Depois do revestimento, ela só mostra duas coisas: o prumo e o alinhamento.
  • Os cinco pontos, iguais para a parede que você fez e para a que você contratou: prumo, nível das fiadas, alinhamento, juntas e encontros.
  • O prumo se confere em três lugares, e não em um só. O alinhamento, com a régua na face, procurando luz por trás dela.
  • Os quatro encontros: o pé da parede, o topo junto à laje, as duas pontas e a volta do vão, com a verga.
  • Quanto desvio se aceita, quem diz é a norma. O curso ensina a medir o desvio e a registrar o que foi encontrado, com foto e medida.
  • A ficha de conferência: o ponto, como foi conferido e o que foi encontrado, anotado como conforme ou não conforme.
  • O que se pode corrigir depende de quando o defeito é descoberto: com a argamassa fresca, na primeira fiada ou na parede pronta, antes do emboço.
  • Na parede contratada, a parte do proprietário não é corrigir. É mostrar a ficha, com as fotos e as datas.
Frases do cursoTudo o que vai ficar coberto se fotografa antes de ser coberto.Se há dúvida, é não conforme, com a dúvida escrita.

Revestimento e piso · aulas 16 a 19

16

Chapisco, emboço, reboco e cura

  • As três camadas e o trabalho de cada uma: o chapisco dá aspereza, o emboço corrige o prumo e a planeza, e o reboco dá o acabamento que recebe a pintura.
  • Emboçar sobre o chapisco do mesmo dia é um dos erros mais comuns do revestimento. Segundo o caderno de chapisco do SINAPI, o chapisco é aplicado três dias antes do revestimento à base de cimento.
  • O chapisco é lançado com a colher, com força, e não se alisa. A aspereza é o trabalho dele.
  • A diferença entre emboço, que é base para cerâmica, e massa única, que é base para pintura.
  • Emboço sem guia sai ondulado. As guias são as taliscas e as mestras, e a régua corre apoiada nelas.
  • Regularizar a base antes da camada inteira. A espessura do emboço tem um mínimo e um máximo, e os limites são conforme a norma.
  • A cura: dar tempo e água para a argamassa endurecer. Sombra, proteção contra o vento e névoa fina de água, sem jato.
  • No Cerrado, a seca é a boa época para obra e também a de sol forte e ar seco, que puxam a água do revestimento em poucas horas.
Frases do cursoCada camada tem um trabalho, e a ordem não se inverte.O chapisco agarra, o emboço endireita, o reboco dá o acabamento.
17

Contrapiso, caimentos e regularização

  • Um contrapiso feito em nível, à espera de que a cerâmica dê o caimento, é um serviço caprichado e errado.
  • O piso novo sobe, e a boca do ralo existente ficaria abaixo dele. Adequar a altura do ralo é serviço do encanador, feito antes do contrapiso.
  • O valor do caimento é conforme a norma ou o projeto. A conta é sempre a mesma: cada um por cento de caimento é um centímetro de desnível a cada metro.
  • O caimento se marca com linha e nível, a partir do ralo, com taliscas. De qualquer talisca, o caminho até o ralo sempre desce.
  • O teste da água: despejada junto à porta e em cada canto, ela precisa andar até o ralo. Onde parar, marca-se com giz e corrige-se antes da cerâmica.
  • A soleira resolve o encontro de dois níveis na porta: acabamento à vista, sem quina viva e sem degrau escondido.
  • Concreto simples para uma base pequena de equipamento leve, em cinco passos: misturar, lançar, adensar, nivelar e curar. Base de caixa-d'água e de contêiner é fundação, e pede projeto.
  • O caminho de pedestres em piso intertravado: bloquetes sobre areia, travados por guias laterais, com o caimento decidido antes. É serviço para a seca.
Frases do cursoO caimento se resolve no contrapiso, e não na cerâmica.A placa copia o que tem por baixo.
18

Paginação e assentamento cerâmico

  • Paginar é decidir, no papel, onde fica cada placa e onde caem os cortes. Antes de comprar, porque o desenho dá a quantidade. Antes de assentar, porque dá o lugar de cada corte.
  • A conta se faz um sentido de cada vez: divide-se o comprimento da sala pelo lado da placa e olha-se o que sobra.
  • Na sala A do exemplo, com placa de 35 por 35 cm, a paginação dá 39 placas, e o desenho cabe na compra.
  • As placas inteiras partem de onde o olho chega primeiro. As faixas de corte ficam junto à lateral e ao fundo, e o recorte do ralo cai em peças pequenas.
  • Na loja, conferir se todas as caixas trazem o mesmo lote e a mesma tonalidade.
  • As linhas de referência nascem na soleira. O assentamento começa no fundo e vem em direção à porta, com o ralo de boca tampada.
  • O tempo em aberto manda no ritmo: estende-se só a área que dá para cobrir dentro dele. Ele está na embalagem e encurta com calor, vento e ar seco.
  • A dupla colagem e a largura da junta são conforme a norma e o fabricante. O corte das faixas se faz com o cortador manual, sem motor.
Frases do cursoPagine antes de abrir a caixa.O ralo no centro da placa não se corrige com argamassa nem com habilidade. Corrige-se antes, com lápis e escala.
19

Rejuntamento, selagem e acabamento

  • Rejuntar no dia seguinte é um dos erros mais comuns do piso. O caderno do SINAPI indica o rejuntamento no mínimo 72 horas depois do assentamento, ou o que a embalagem do rejunte indicar, se for mais.
  • Os três trabalhos do rejunte: fechar as juntas, impedir a entrada de sujeira e ajudar a água a correr por cima. Junta cheia é o critério.
  • No mesmo piso convivem três tipos de junta, e só uma leva rejunte: a de assentamento, a de encontro com a parede e a de movimentação.
  • O selante é flexível, e o rejunte é rígido. Na sala A, o selante vai em três lugares: a volta do ralo, o encontro do piso com a soleira e o do rodapé com o piso.
  • Um revestimento que outra pessoa executou se confere com três coisas: uma régua, água e a mão.
  • Planeza: a régua em várias posições e a lanterna rente à superfície. Aderência: o som cheio e o som oco, com giz na mão. Aparência: juntas alinhadas e cortes limpos.
  • No piso, repete-se o teste da água do contrapiso: a água despejada na porta chega ao ralo e não para no caminho.
  • A parede está pronta para pintar quando está curada, seca, firme e sem pó.
Frases do cursoRejunte onde nada se move; selante onde o piso se move ou recebe água.A luz rasante mostra a ondulação que a luz de frente esconde.

Umidade, reparos e controle de qualidade · aulas 20 e 21

20

Umidade, impermeabilização, áreas externas e pequenos reparos

  • A mancha que volta no mesmo lugar depois de raspada e pintada: o reparo respondeu à pergunta errada. A primeira pergunta é de onde vem a água.
  • As quatro origens da umidade: do solo, da chuva batida pelo vento, de cima e de vazamento. Cada uma deixa a mancha num lugar diferente.
  • Os três princípios da drenagem de superfície: a água se afasta das construções, anda devagar e tem destino. Enxurrada e barranco são obra de profissional.
  • Do lado de fora, o piso da borda da piscina cai para fora do tanque. A conferência se faz com a mangueira aberta no lado mais alto.
  • O hóspede não conhece o seu piso. Antes da temporada, molhar o piso da borda e dos acessos e andar por ele.
  • Impermeabilização em laje, reservatório e piscina é serviço contratado. O curso ensina o que perguntar antes, como entregar a superfície e o que conferir na entrega.
  • A fissura superficial de reboco e a trinca que atravessa a parede parecem iguais e não são. A segunda não é assunto de reparo.
  • Os pequenos reparos da chácara (reboco solto, rejunte, peça que soa oca, bloquete que afundou) e os cinco sinais que mandam parar e chamar um engenheiro civil ou um arquiteto.
Frases do cursoReparo sem tratar a causa volta.Nenhum produto resolve a água que não tem para onde ir.
21

Controle de qualidade e prevenção de retrabalho

  • O limite da parte do aluno: descrever e registrar o defeito. O laudo, que diz a causa, é de profissional habilitado.
  • As cinco anotações de todo defeito: onde está, que forma tem, que tamanho foi medido, desde quando e se muda com a chuva.
  • Como descrever fissura, umidade, eflorescência e descolamento pela forma e pela medida, sem dar nome à causa.
  • Dizer que a fissura é inclinada e cresceu é um fato. Dizer que é só do reboco é uma conclusão, e a conclusão errada custa nos dois sentidos.
  • O registro em quatro passos: fotografar (com a régua encostada e a data no quadro), medir, marcar com um traço de lápis em cada ponta e voltar depois.
  • A inspeção se faz ao fim de cada etapa, com uma lista, sempre na mesma ordem. Cada item recebe conforme ou não conforme, com observação e foto.
  • As três saídas do item não conforme: corrige-se, refaz-se ou para-se e chama-se o profissional.
  • As fotos em três momentos (antes, durante e depois) e a entrega técnica: fotos com data, ficha de inspeção e embalagens guardadas, com lote e validade.
Frases do cursoNão se repara o que não foi registrado.Massa por cima apaga a informação.

Orçamento e combinado · aulas 22 e 23

22

Orçamento, produtividade e formação de preço

  • Duas propostas só com o total no fim da página não se comparam: não há como saber se as duas mediram a mesma obra.
  • O orçamento começa pelo escopo, em duas frases: o que será feito e o que não será.
  • A planilha da reforma, linha por linha: serviço, quantidade, perda, quantidade a comprar e horas de referência.
  • Dois erros de perda: somar perda duas vezes na argamassa e comprar bloco e piso sem perda nenhuma.
  • A mão de obra se mede em horas, antes de virar dinheiro. As horas de referência do SINAPI servem para comparar propostas, e não para prever o seu tempo.
  • Onde não há hora de referência, a célula da planilha recebe três palavras: peça na proposta.
  • A coluna de preço fica vazia de propósito. O valor, quem dá é o mercado, com a cotação do dia, na sua região.
  • As quatro parcelas do preço de um serviço: materiais, horas vezes o valor da hora, custos indiretos e margem. E o pedido que muda a comparação: as quantidades, e não só o total.
Frases do cursoA quantidade vem antes do preço.O total de uma proposta é um número que você recebe pronto. A quantidade é um número que você mede.
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Proposta, medição, entrega e garantia

  • A parcela paga porque o dia chegou, com a etapa pela metade: dali em diante, o que foi pago e o que foi feito deixam de andar juntos.
  • As seis perguntas a que uma proposta comparável responde: escopo, quantidades, o que está fora, prazo e parada, medição e material.
  • Medição é conferir o que foi feito antes de pagar por ele. Cada parcela corresponde a uma etapa concluída e conferida.
  • Na ficha de etapas, a coluna que mais importa chama-se “conferida por”.
  • Aditivo é a mudança do combinado. Vai por escrito antes de ser executado, com a quantidade nova, o efeito no prazo e a linha de preço.
  • Três regras de comunicação: uma pessoa decide, o que muda escopo, prazo ou preço fica registrado no mesmo dia, e os outros ofícios passam na hora certa.
  • O diário da obra, uma página por dia, e o aceite: a vistoria em que proprietário e prestador percorrem o serviço juntos, com a ficha na mão.
  • Antes de aceitar o piso, pedir o teste da água na sua frente. E escrever na proposta o que se combina sobre o defeito que aparece depois da entrega.
Frases do cursoPaga-se por etapa concluída e conferida, e não por data.Obra pequena se perde em recado.

Projeto final · aulas 24 e 25

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Execução acompanhada do módulo da Chácara-Modelo

  • A aula percorre a reforma do depósito do primeiro dia ao aceite, com o critério de conferência que cada aula ensinou.
  • O projeto final é um plano, e não uma execução. Não é preciso construir nada para concluí-lo.
  • A ficha de etapas presa na porta: dez linhas e três colunas, com quem executa, quando a etapa foi concluída e quem a conferiu.
  • Em cada etapa, fica dito quem executa. Verga, fechamento contra a laje, ligação com as paredes existentes e altura do ralo são sempre do contratado.
  • Em nenhum momento a etapa seguinte começa sem a anterior conferida. O diário do dia é preenchido ao longo de todas elas, com foto.
  • As dez páginas do projeto, da lista de benfeitorias ao orçamento com a ficha de aceite.
  • Juntas, as páginas precisam permitir que um pedreiro contratado, que nunca viu o lugar, entenda a reforma, e que o proprietário confira cada etapa.
  • Quem não tem depósito faz o plano de um serviço equivalente e não estrutural da própria propriedade.
Frases do cursoA linha que não pode ser marcada não se pula: vira pendência, com nome e prazo.Uma etapa de cada vez, e a conferência antes da seguinte.
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Avaliação prática e plano de desenvolvimento profissional

  • A primeira avaliação do projeto é a leitura de uma pessoa de fora. Cada ponto que ela não entendeu mostra onde o plano só funcionava com o autor ao lado.
  • O curso não tem prova prática. O Certificado da Villela Academy é emitido pela conclusão das aulas, e não pela entrega do projeto.
  • A autoavaliação por uma rubrica de seis critérios: segurança, técnica, planejamento, qualidade, custo e apresentação.
  • Três caminhos para a prática: acompanhar o profissional contratado na própria obra, trabalhar como ajudante em canteiro e repetir o painel de treino.
  • Para quem quer trabalhar na área, o curso diz com todas as letras que não é formação profissional, e indica três perguntas para escolher um curso de formação.
  • Para quem vai prestar o serviço: orçar por quantidade, registrar o que fez, entregar com ficha e anotar no diário quanto produziu em cada dia.
  • O plano de uma página, com quatro listas e a data. A quarta é o que não se faz sem projeto e responsável técnico.
  • O diagnóstico inicial, de doze perguntas, respondido de novo para comparar o começo com o fim.
Frases do cursoUm livro e um curso ensinam a ordem, o critério e a conta. O gesto se aprende de outro jeito.Nenhuma leitura substitui essa etapa, e nenhuma animação também.

Procedimentos e regras com nome

Rotinas, listas e testes que o aluno leva para a obra, cada um com a aula em que aparece.

ProcedimentoO que éAula
A tabela das 3 colunasO que você faz, o que contrata e confere, e o que só fiscaliza. Na dúvida, a coluna mais restrita.1 e 5
As 10 etapas da reformaDa marcação à limpeza e ao aceite, sempre na mesma ordem.1, 10 e 24
As 4 conferênciasNível, prumo, alinhamento e esquadro.1 e 3
As 4 perguntas do localPor onde o material chega, de onde vêm água e energia, o que não pode ser atingido e quem circula por perto.1
Coletiva antes da individualPrimeiro se arruma o canteiro, depois se veste o equipamento.2
Os 3 símbolos de riscoPare e chame, Leitura (não execute) e Proteção obrigatória para esta tarefa.2
As 2 saídas da parte altaPlataforma baixa e estável, conforme o manual, ou contratar a parte alta.2 e 12
Os 3 grupos de entulhoO que vira agregado, o reciclável por outra via e o perigoso.2
As diagonais iguaisNum retângulo, as duas diagonais têm o mesmo comprimento.3
O triângulo 3, 4 e 5Três medidas que provam o ângulo reto de um canto.3 e 11
A regra de três em 4 linhasAs mesmas grandezas, na mesma ordem.3
Vale a cotaA medida de um desenho se lê. Não se tira com a régua.4
As 3 vistasPlanta, corte e elevação.4
Face acabada e face do blocoA cota vai até o revestimento pronto. O bloco fica recuado.4, 9 e 11
A regra de paradaO que sustenta a casa não se mexe.5
O caminho das cargasDo telhado ao solo, como uma corrente.5
As 5 perguntas do porteUm sim basta para o serviço pedir engenheiro ou arquiteto.5
O teste da réguaRégua boa, numa superfície plana, não deixa passar luz por baixo.6
Os 5 grupos de ferramentasMedição e conferência, corte, mistura, assentamento e acabamento.6
O recipiente de medidaO mesmo balde, do primeiro ao último dia, rasado com a régua.6 e 7
O saco lidoUso indicado, quantidade de água e validade com o lote.7
O campo “anote aqui”O espaço em branco para copiar o que diz a embalagem do seu produto.7, 11, 16 e 18
O teste do punhado de areiaAreia úmida esfregada entre as mãos mostra se há argila demais.7
O serviço em uma linhaO que o material precisa fazer, em que base e em que ambiente.8
O roteiro de recebimentoConferir na hora, com o entregador presente, antes de assinar.8
A visita em 3 partesMedir, ver o acesso e diagnosticar.9
As 2 anotações do raloA altura da boca e a espessura do sistema novo.9 e 17
Dois pontos e uma linhaA posição da parede medida junto à frente e junto ao fundo.9
Os 3 critérios da baseLimpa, firme e nivelada.9 e 11
Os blocos por 2 caminhosPor módulos e pela área. Os dois precisam dar o mesmo número.10
A primeira fiada no papelMódulos inteiros, o vão e o lugar do corte, antes de comprar.10 e 11
Os 3 testes do planoO das duas contas, o da soma e o do calendário.10
A locação em 4 passosConferir a marcação, achar o ponto mais alto, dispor a seco e assentar.11
A fiada a secoOs blocos no lugar, sem argamassa, para ver se a conta fecha no piso.11
A junta desencontradaNenhuma junta vertical sobre a da fiada de baixo.12
As 4 conferências da fiadaNível, prumo, alinhamento e amarração, a cada fiada.12
O painel de treinoUm painel em L, de cinco fiadas, levantado com os pés no chão e desmontado no fim.12 e 15
As 3 conferências da vergaExiste, entra na parede dos dois lados e está nivelada.13
As 2 perguntas do topoPreenchido em todo o comprimento? Feito depois de a parede estar pronta?14
A ordem dos ofíciosSeis passos, do que se define no papel à pintura.14
A foto com a trenaAs duas faces da parede fotografadas antes de fechar.14
Os 5 pontos da paredePrumo, nível das fiadas, alinhamento, juntas e encontros.15
Conforme ou não conformeSe há dúvida, é não conforme, com a dúvida escrita.15 e 21
As 3 camadasChapisco, emboço e reboco: áspero, grosso e fino, nessa ordem.16
Taliscas e mestrasAs guias que fazem a régua correr e o emboço sair plano.16
O teste da águaDespejada na porta e nos cantos, a água chega ao ralo sem parar.17, 19 e 23
Os 5 passos do concreto simplesMisturar, lançar, adensar, nivelar e curar.17
A paginaçãoO desenho que dá a quantidade de placas e o lugar de cada corte.18
O tempo em abertoO tempo em que a argamassa estendida ainda cola. Está na embalagem.8 e 18
Os 3 tipos de juntaDe assentamento, de encontro com a parede e de movimentação.19
Régua, água e mãoPlaneza, caimento e aderência conferidos em serviço pronto.19
As 4 origens da umidadeDo solo, da chuva batida, de cima e de vazamento.20
Os 3 princípios da drenagemA água se afasta, anda devagar e tem destino.20
Os 5 sinais que mandam pararTrinca que atravessa a parede, piso que afunda, infiltração de laje, porta que passou a emperrar e fissura que cresce.20 e 21
As 5 anotações do defeitoOnde, forma, tamanho, desde quando e se muda com a chuva.21
O registro em 4 passosFotografar, medir, marcar e voltar.21
As 3 saídas do não conformeCorrige-se, refaz-se ou para-se e chama-se.21
A entrega técnicaJunto com as chaves, o que é preciso para manter o que foi feito.21
O escopo em 2 frasesO que será feito e o que não será.22
A planilha com o preço em brancoQuantidade, perda e horas de referência. O valor é o da cotação do dia.22
As 4 parcelas do preçoMateriais, horas vezes o valor da hora, custos indiretos e margem.22
As 6 perguntas da propostaEscopo, quantidades, o que está fora, prazo e parada, medição e material.23
Medição antes do pagamentoParcela por etapa concluída e conferida, e não por data.23
O aditivo por escritoQuantidade nova, efeito no prazo e linha de preço, antes de executar.23
O diário da obraUma página por dia, com cinco anotações.23 e 24
A ficha de aceiteA vistoria feita em conjunto, linha por linha, no local.23
As 10 páginas do projetoDa lista de benfeitorias ao orçamento com a ficha de aceite.24
A rubrica de 6 critériosSegurança, técnica, planejamento, qualidade, custo e apresentação.25
O plano de uma páginaQuatro listas curtas, com data, relidas a cada obra.25

Cenas e exemplos das aulas

O curso não conta casos de clientes reais. Cada aula abre com uma cena imaginada do dia a dia de uma obra pequena, e os exemplos usam a Chácara-Modelo, uma propriedade fictícia. Nenhuma das cenas abaixo é história real nem depoimento.

O serviço pago sem saber se ficou bom

A ferramenta foi recolhida, a parede está pintada e chegou a hora de pagar. Você acha que ficou bom e paga. Se alguém perguntasse por que ficou bom, não saberia dizer. Aula 1.

É só cortar um bloco

Falta um bloco para fechar a fiada, e os óculos ficaram na caixa, do outro lado do canteiro. Ninguém atravessa o canteiro por causa de um golpe. É nesse corte que a lasca salta. Aula 2.

O prumo que só chegou no fim

A última fiada está assentada quando alguém encosta o fio de prumo. O desvio veio crescendo fiada a fiada, sem que o olho percebesse. Com a parede pronta, já não dá para corrigir. Aula 3.

A régua escolar sobre a planta

O desenho não traz a medida procurada. Alguém encosta uma régua no papel e faz a conta de cabeça. A compra sai dessa conta, e a parede, na obra, tem outro tamanho. Aula 4.

“É só uma paredinha”

A cozinha é apertada, e alguém propõe tirar a parede que a separa da sala. Ninguém, na conversa, pergunta o que aquela parede sustenta. E a pergunta não tem resposta no olho. Aula 5.

A luz por baixo da régua

Na loja, as réguas de alumínio parecem todas iguais. Uma delas, encostada no balcão, deixa passar um fio de claridade. Volta para a prateleira. Aula 6.

O saco errado não avisa na hora

Quase tudo na loja é cinza e vem em saco. A placa assenta, o reboco cobre, a obra fica com cara de pronta. O defeito aparece meses depois. Aula 7.

Duas caixas, dois tons

As placas têm o mesmo nome, o mesmo tamanho e o mesmo desenho. Abertas lado a lado, a tonalidade não bate. O motivo estava impresso do lado de fora da caixa, em letra pequena: lotes diferentes. Aula 8.

A sala mais estreita no fundo

A trena estava certa e a linha parecia reta. Semanas depois, a sala pronta ficou mais estreita numa ponta do que na outra. Nenhuma medida estava errada. Faltou uma. Aula 9.

A decisão tomada na terceira fiada

A parede sobe sem desenho. Na terceira fiada, alguém percebe que o comprimento não fecha em blocos inteiros e que o lugar da porta nunca foi decidido. A decisão sai ali, de pé, com a argamassa fresca. Aula 10.

As juntas em linha reta

Cada bloco foi posto exatamente em cima do bloco de baixo. De longe, a parede parece arrumada. As linhas retas das juntas são o defeito. Aula 12.

As fissuras nos cantos da porta nova

Algum tempo depois de pronta, a parede mostra duas fissuras inclinadas saindo dos cantos de cima do vão. Não faltou bloco nem argamassa. Faltou uma peça em cima do vão. Aula 13.

A tomada lembrada tarde demais

A parede está revestida, lisa, esperando a pintura. Só então alguém lembra que ali ia uma tomada. O jeito é um rasgo no revestimento novo, de cima a baixo. Aula 14.

O emboço na mesma tarde

De manhã a parede recebe o chapisco. À tarde, com o dia rendendo, vem a ideia de adiantar o serviço. A massa gruda, a régua passa, e nada avisa na hora. Aula 16.

O contrapiso caprichado, e errado

Liso, desempenado, com a bolha do nível no centro em todas as direções. A sala vai ser lavada e tem um ralo no canto. A cerâmica não dá o caimento que o contrapiso não deu. Aula 17.

O ralo no meio da placa

As placas vieram alinhadas, fileira por fileira. A última chega ao canto do fundo, e o ralo cai no meio de uma placa inteira. Ninguém errou a mão. Ninguém desenhou. Aula 18.

A mancha que volta

A tinta estufou no pé da parede. Alguém raspa, passa massa e pinta de novo. Meses depois, a mancha está lá outra vez, no mesmo lugar. Aula 20.

“É para ver se volta”

Uma fissura fina sai do canto de uma porta. Alguém cobre com massa e tinta. Meses depois ela volta, e ninguém sabe dizer se cresceu: não há foto, medida nem data. Aula 21.

Duas propostas, dois totais

As duas são para a mesma reforma, e os totais são bem diferentes. Nenhuma diz quantos blocos contou, quanto de piso, quanta parede. Aula 22.

A parcela paga porque o dia chegou

A reforma foi combinada em parcelas com data. A data da segunda chega com a etapa pela metade, e a parcela é paga assim mesmo. Aula 23.

A Chácara-Modelo

A propriedade fictícia usada no curso inteiro. A obra de exemplo é a reforma de um depósito de 4 m por 3 m, que ganha uma parede divisória, e o caminho de pedestres da entrada. A estrutura do depósito fica intocada.

As simulações de decisão

O curso traz cinco simulações na plataforma, entre elas: “é só uma paredinha”, o ralo que ficaria abaixo do piso e as duas propostas com dois totais.

O que vem junto com o curso

O que o aluno recebe ao se matricular.

Em cada aula

  • Videoaula animada, de cerca de oito minutos: a parede subindo fiada a fiada, as camadas do revestimento, o caimento do contrapiso e a paginação do piso.
  • Artigo da aula em PDF, com os checklists, as fichas e os passos.
  • Quiz comentado, com a explicação de cada alternativa. São 125 questões no curso.
  • Caderno de trabalho: o que aprendi, o que pratiquei, as três tarefas da aula e o resultado esperado.

No curso todo

  • Tutor Villela. O assistente de inteligência artificial do curso responde com base no conteúdo das aulas e indica o minuto do vídeo em que o assunto aparece. Não substitui a embalagem do produto, a norma técnica, o projeto nem o profissional habilitado.
  • Jornada com 9 selos de competência, níveis de Explorador a Mestre e medalhas.
  • Diagnóstico inicial e teste final, de 20 questões.
  • Villela Lab: 6 missões práticas na própria obra e o projeto final, a reforma planejada.
  • Desafio de 21 dias: uma ação curta por dia, começando pela segurança.
  • 5 simulações de decisão.
  • 9 modelos e resumos para imprimir, entre eles a tabela das três colunas, as dez etapas, a ficha de inspeção, a planilha de quantitativos e a ficha de aceite.
  • Audiobook do curso, para ouvir no carro ou no fone, com a tela bloqueada.
  • Certificado da Villela Academy ao concluir todas as aulas.

Para quem é

É para

  • Dono de chácara que quer fazer pequenos serviços com método e saber até onde ir.
  • Quem contrata pedreiro e quer saber o que pedir, o que conferir e quando pagar.
  • Caseiro que executa a manutenção e precisa de um passo a passo claro e seguro.
  • Anfitrião de temporada, que precisa da obra pronta entre uma reserva e outra.
  • Quem quer começar no ofício pela obra pequena, com critério, antes de um curso de formação.

Não é para

  • Quem quer aprender a fazer fundação, laje, muro de arrimo, demolição ou abertura de vão em parede existente. Tudo isso pede projeto e responsável técnico.
  • Quem procura uma receita de traço ou uma tabela de preços. No curso, o número é o da embalagem, da norma ou do projeto, e o preço é o da cotação do dia.
  • Quem espera sair habilitado como pedreiro. O curso é educacional, e o gesto do ofício se aprende repetindo, ao lado de quem faz bem.

O que cada perfil leva (das aulas)

  • Dono que faz: a tabela das três colunas, as quatro conferências, os quantitativos com perda e a ordem das dez etapas (aulas 1, 3, 5 e 10).
  • Dono que contrata: o escopo escrito, as quantidades na proposta, o pagamento por etapa conferida e a ficha de aceite (aulas 15, 22 e 23).
  • Caseiro: o canteiro seguro, a proteção de cada tarefa e os limites do que não se faz sem treinamento, sem andaime e sem profissional (aulas 2, 6 e 20).
  • Anfitrião de temporada: a obra posta no calendário das reservas, com folga depois do aceite, e o piso externo conferido molhado antes da temporada (aulas 10, 20 e 23).
  • Quem quer começar no ofício: o painel de treino, os três caminhos da prática e as três perguntas para escolher um curso de formação (aulas 12 e 25).

Perguntas frequentes

As dúvidas mais comuns de quem pensa em se matricular.

Preciso ter experiência em obra?

Não. O curso começa pela sequência da obra e pela segurança, antes de qualquer ferramenta. Quem não tem uma obra em vista acompanha os exemplos com a Chácara-Modelo, a propriedade fictícia usada no curso inteiro: a reforma de um depósito de 4 m por 3 m e o caminho de pedestres da entrada.

O curso ensina a fazer fundação, laje ou muro de arrimo?

Não, e isso é de propósito. Tudo o que sustenta a casa pede projeto e responsável técnico. O curso mostra essas peças em corte, para o aluno entender o que está vendo, e ensina o que pedir e o que conferir de quem responde por elas. Demolição, instalação elétrica e hidráulica e trabalho em altura também ficam com profissional.

O curso dá o traço da argamassa e as medidas de cada serviço?

O curso ensina de onde cada número vem. O que depende do produto está na embalagem. O que depende da obra está na norma ou no projeto. Os números de referência que aparecem trazem a fonte ao lado e são apresentados como referência de orçamento, e não como receita.

Este curso me habilita como pedreiro?

O curso é educacional e não equivale a formação profissional, licença ou responsabilidade técnica. Ele ensina ordem, critério e conta. O gesto do ofício se aprende repetindo, ao lado de quem faz bem, e o curso diz isso com todas as letras.

As aulas são filmadas numa obra?

São videoaulas animadas, de cerca de oito minutos cada. O aluno vê a parede subir fiada a fiada, as camadas do revestimento, o caimento do contrapiso e a paginação do piso, enquanto a explicação acompanha. Cada aula vem com o artigo em PDF, com os checklists, as fichas e os passos.

Eu só contrato o serviço. O curso serve para mim?

Serve. O aluno aprende a escrever o escopo, a pedir propostas comparáveis, a conferir cada etapa antes da seguinte e a combinar medição, pagamento por etapa e aceite por escrito.

O que é o Tutor Villela?

É o assistente de inteligência artificial do curso. Ele responde às dúvidas com base no conteúdo das aulas e indica o minuto do vídeo em que o assunto é tratado. Não substitui a embalagem do produto, a norma técnica, o projeto nem o profissional habilitado.

Por quanto tempo tenho acesso? Tem certificado?

O acesso é de 1 ano a partir da compra. Ao concluir todas as aulas, o aluno recebe o Certificado da Villela Academy, que atesta a conclusão do curso e não é habilitação profissional.

O que é a coleção Viver de Chácara?

É a coleção de livros e cursos sobre como cuidar, melhorar e rentabilizar uma chácara. Já estão no ar o Piscineiro na Prática, o Paisagismo na Prática e a Construção com Contêineres na Prática. Os próximos tratam de decoração, pintura e hospedagem por temporada, entre outros.

Tem garantia?

Sete dias, incondicional. A pessoa assiste às aulas, faz as tarefas e, se o curso não servir, pede o reembolso dentro do prazo.