| As 4 funções de um jardim | Estética, ambiental, funcional e comercial. | 1 |
| As 4 etapas de um serviço | Briefing, projeto, implantação e manutenção. | 1 |
| O inventário das áreas | A propriedade percorrida a pé, com quem usa cada área, o que incomoda e o tempo que ela consome. | 1 |
| Os 7 riscos do jardim | Máquina de corte, altura, eletricidade, produto químico, animal peçonhento, corte sem autorização e área protegida. | 2 |
| A página de riscos | Três colunas: o risco, o que você faz e o que será contratado. Vai pregada na porta do depósito. | 2 |
| Os 7 princípios de composição | Forma, linha, escala, ritmo, equilíbrio, contraste e unidade. | 3 |
| Os 4 materiais da composição | Cor, textura, volume e sazonalidade. | 3 |
| As 3 perguntas da sazonalidade | Em que meses floresce, se perde as folhas e como fica na seca, sem rega. | 3 |
| As 5 leituras do lugar | Sol, vento, chuva, declive e microclima. | 4 |
| Sol em 3 horários | Sol e sombra anotados às nove, ao meio-dia e às três, nas duas estações. | 4 |
| Os 3 grupos do briefing | O uso, o resultado e os limites. | 5 |
| As duas diagonais | A medida que mostra se a área está no esquadro. | 5 |
| Triangulação | A posição de uma árvore pela distância a dois pontos conhecidos. | 5 |
| Croqui e mapa básico | O desenho feito no local, passado a limpo em escala. | 5 |
| Os 6 critérios de escolha | Porte adulto, sol, água, raiz, o que cai, e toxicidade e espinho. | 6 |
| A ficha de seleção de espécies | Uma coluna por planta, preenchida com o viveirista, com a fonte de cada informação. | 6 |
| O círculo da copa adulta | Desenhado no croqui em escala e depois riscado no chão. | 6 e 11 |
| Os 6 grupos de plantas | Árvores, palmeiras, arbustos, forrações, trepadeiras e gramado. | 7 |
| O exame da muda | Raiz, tronco, folhas e proporção, nessa ordem. | 7 |
| Os 5 itens do laudo | pH, alumínio, cálcio e magnésio, fósforo e potássio, e matéria orgânica. | 8 |
| Laudo e recomendação | As duas folhas que a correção do solo precisa ter guardadas. | 8 |
| Os 3 setores | Social, íntimo e de serviço. | 9 |
| As 3 condições do lugar de ficar | Sombra na hora do uso, algo para olhar e as costas protegidas. | 9 |
| Enquadrar e filtrar | O que fazer com as vistas que merecem ser vistas e com as que incomodam. | 9 |
| O teste da soma | As áreas de canteiros, gramado e caminhos fecham com a área total. | 10 |
| As 3 contas de quantidade | Mudas por área, mudas em linha e volume de material. | 10 |
| Cronograma de trás para a frente | Fixa-se o plantio no começo das chuvas e encaixa-se o resto antes e depois. | 10 |
| As 11 etapas da implantação | Primeiro o que fica embaixo, depois o que fica em cima. Primeiro o grande, depois o pequeno. | 11 |
| As 3 conferências da marcação | A do círculo, a do caminho e a da vista, antes de cavar. | 11 |
| O teste da haste | Uma haste de ferro empurrada com a mão mostra onde está a camada dura. | 12 |
| Descompactar, corrigir e preparar | Os três serviços do solo, nesta ordem. | 12 |
| Os 3 critérios da água da chuva | Ela se afasta das construções, anda devagar e tem destino. | 12 |
| O berço | Mais largo do que fundo, com o fundo firme e as paredes ásperas. | 13 |
| O colo no cabo da enxada | O cabo deitado sobre o berço confere a altura do torrão. | 13 |
| O teste dos dois dedos | O canto da placa de grama que resiste mostra que a raiz desceu. | 14 |
| As 5 causas do gramado que falha | Sombra, pisoteio, água, corte e praga. | 14 |
| As 7 regras do vaso | A montagem, do furo de drenagem ao lugar decidido com o vaso vazio. | 15 |
| As 3 perguntas do jardim vertical | A parede, a água e a pessoa que repõe as plantas. | 15 |
| A torneira medida com o balde | Litros divididos por segundos, em mais de um horário. Vale o menor valor. | 16 |
| Setores de rega | Grupos de plantas que recebem água juntos, pelo mesmo registro. | 16 |
| O teste da lanterna | Uma lanterna e algumas estacas decidem onde a luz fica. | 17 |
| Luz para andar e luz para ver | As duas funções da iluminação do jardim. | 17 |
| As 4 perguntas de cada lugar | Quem usa, quando, o que precisa acontecer e quem mantém. | 18 |
| A contagem do cesto | Um mês anotando quantas vezes o cesto do skimmer enche, antes de condenar a árvore. | 18 |
| O teste do barbante | O caminho marcado no chão e três pessoas cruzando por ele. | 19 |
| Teste do visitante e da segunda-feira | Quem nunca esteve ali se orienta sozinho, e o caseiro recupera o jardim no tempo que tem. | 19 |
| O caderno do jardim | A data, o que foi feito e o que chamou atenção. | 20 |
| A volta de observação | O mesmo percurso, sem ferramenta na mão, olhando folha, broto, caule e solo. | 20 |
| A ordem do diagnóstico | Seis passos, da água à nutrição, do mais provável ao mais raro. | 20 |
| Escopo e memorial descritivo | O que será feito, o que não será e como se confere. | 21 |
| Orçamento por etapa | Etapas nas linhas, quatro tipos de custo nas colunas, reserva e primeiro ano de manutenção. | 21 |
| Propostas lado a lado | O mesmo escopo para todos e as mesmas linhas na comparação. | 22 |
| Os 7 pontos do contrato de manutenção | Frequência, o que cada visita inclui, insumos, o que está fora, chamada extra e registro, entre outros. | 22 |
| A conferência da implantação | Nove itens antes de dar o serviço por terminado, ou de pagar por ele. | 23 |
| O aceite | A vistoria conjunta, com lista de pendências e prazo. | 23 |
| Os 7 entregáveis do projeto | Briefing, croqui, paleta, lista de espécies, implantação, orçamento e manutenção. | 24 |
| Os 6 critérios de avaliação | Segurança, técnica, planejamento, qualidade, custo e apresentação. | 25 |
| As duas datas de revisão | No fim das chuvas e no fim da seca, com três perguntas em cada visita. | 25 |